A Polícia Civil do Paraná concluiu nesta quinta-feira (14) o inquérito que investiga a morte do guarda municipal e dirigente petista Marcelo Aloízio de Arruda, de 50 anos, ocorrido no último domingo, em Foz do Iguaçu (PR). Segundo a Polícia Civil, 17 pessoas foram ouvidas, dentre testemunhas que estavam no local dos fatos e familiares do guarda municipal e do autor dos disparos, o policial penal federal José da Rocha Guaranho.
A Polícia Civil detalhou que os investigadores analisaram as imagens de câmeras e cumpriram diligências complementares. O Secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita, o delegado chefe da 6ª Subdivisão em Foz do Iguaçu, Rogério Antônio Lopes, a delegada chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, Camila Cecconello, a delegada da Delegacia de Homicídios de Foz do Iguaçu, Iane Cardoso, e o promotor de justiça do GAECO, Tiago Lisboa, irão conceder uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (15), às 10h30.
O guarda municipal Marcelo Arruda, ex-candidato a vice-prefeito na chapa do PT de 2020 em Foz do Iguaçu (PR), foi assassinado na madrugada do último domingo durante a comemoração do seu aniversário. Por causa da festa com tema do PT, José da Rocha Guaranho teria interrompido o evento e atirado contra Arruda. Nesta quinta-feira (14), a família de Marcelo Arruda divulgou um texto convidando a população para um ato pela paz, descrito como inter-religioso e suprapartidário, no município no próximo domingo, dia 17.
O irmão do agente penal Jorge Guaranho, John Lenon da Rocha Araujo, afirmou não acreditar haver motivação política no crime. Segundo o empresário, Guaranho, apoiador do presidente Jair Bolsonaro, se sentiu desrespeitado por ter sido provocado na frente da família pelo guarda municipal e voltou ao local do crime apenas para tirar satisfação com o petista.






Deixe um comentário