A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, neste sábado (4/2), mais 152 pessoas por participação nos atos golpistas de 8 de janeiro. Ao todo, foram denunciados 653 participantes.
Segundo a PGR, os denunciados foram detidos no acampamento em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília, e estão presos em unidades do sistema prisional do Distrito Federal.
As informações são do Metrópoles.
Após analisar atas de audiências de custódia dos mais de 1,4 mil presos pela participação nos atos, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva de 942 pessoas. Outras 464 foram liberados mas cumprirão medidas preventivas.
Os denunciados foram acusados de associação criminosa e de incitar a animosidade entre as Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais.
Nas peças da PGR também há o pedido para que as condenações considerem o chamado concurso material, ou seja, que os crimes sejam considerados de forma autônoma e as penas, somadas.
As denúncias foram assinadas pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos. De acordo com as peças, o acampamento no QG do Exército apresentava “evidente estrutura a garantir perenidade, estabilidade e permanência” dos manifestantes.
Além das condenações pelos crimes, o subprocurador pediu que os envolvidos sejam condenados ao pagamento de indenização mínima.






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