Os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura organizaram nove encontros do MEC com prefeitos e secretários de Educação. Um dos eventos, realizados na pasta em fevereiro de 2021, contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL), como mostra a foto deste post.
A informação é da Folha.
O protagonismo dos religiosos nessas iniciativas foi confirmado à CGU (Controladoria Geral da União) pela então chefe da Assessoria Cerimonial do MEC, Vanessa Reis Souza.
O relatório do órgão foi incluído nas investigações da Polícia Federal sobre o balcão de negócios do MEC que resultou na prisão de Ribeiro, dos pastores e do ex-assessor Luciano Freitas Musses e Helder Bartolomeu, genro de Arilton.
O pagamento de propina vinculada à realização de um desses eventos, no interior de São Paulo, é uma das principais evidências materiais dos investigadores até agora.
As apurações da CGU mostram que os religiosos tinham controle sobre a agenda do MEC com participação de lideranças dos FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), origem dos recursos negociados.






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