O vice-governador Thiago Pampolha, por meio de sua defesa, pediu à Justiça Eleitoral nesta quinta-feira (9) que seja extinta a ação que investiga o uso da Fundação Ceperj nas eleições de 2022. Ele alega que não ficou comprovado abuso de poder econômico ou conduta vedada durante o pleito, vencido pelo governador Cláudio Castro.
Em suas alegações finais, Pampolha argumenta que, caso haja condenação, seja desmembrada a chapa, com a preservação de seu mandato, informa Rafael Reis, em seu blog.
Nessa hipótese, apenas Castro teria o mandato cassado, e Pampolha ficaria à frente da administração do estado até as próximas eleições.
A ação de investigação judicial eleitoral (Aije) foi proposta pelo então candidato ao governo Marcelo Freixo, atualmente filiado ao PT e presidente da Embratur. O Ministério Público Eleitoral pediu a cassação da chapa e a inelegibilidade de seus integrantes por oito anos. O caso deve ser julgado em breve pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
“Na hipótese de procedência da ação em relação ao Governador do Estado, com cassação de seu mandato (…) requer-se o desmembramento da chapa, por força das especificidades de sua atuação na campanha” (…) “com a consequente preservação do mandato de Thiago Pampolha, em definitivo ou pelo menos até a realização de novas eleições no Estado”, pede a defesa do vice-governador feita por quatro advogados, incluindo Sérgio Silveira Banhos e Carlos Bastide Horbach, ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).





