O tributo comovente da juíza Andréa Pachá ao desembargador Jayme Boente, que morreu hoje

A morte do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Antônio Jayme Boente provocou grande comoção entre seus colegas de profissão. Ele tinha apenas 62 anos e estava jogando tenis no clube Marina, na Barra da Tijuca, neste sábado, quando se sentiu mal e teve um infarto. Tinha muitos amigos, como a jurista e escritora…

A morte do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Antônio Jayme Boente provocou grande comoção entre seus colegas de profissão. Ele tinha apenas 62 anos e estava jogando tenis no clube Marina, na Barra da Tijuca, neste sábado, quando se sentiu mal e teve um infarto.

Tinha muitos amigos, como a jurista e escritora Andréa Maciel Pachá, também integrante do Tribunal de Justiça do Rio, com quem havia almoçado esta semana.

Ela escreveu um comovente texto de tributo ao amigo e colega.

Leia:

“A vida não é de se brincar, porque em pleno dia se morre”. A advertência de Clarice Lispector deveria ser um mantra diário.

Hoje, meu amigo acordou. Foi jogar tênis e partiu. No meio do dia, no meio da quadra. No meio da vida que não é justa.

Almoçamos na quarta-feira passada. Projetos e planos não faltavam. Com o tempo, acostumamos, não sem tristeza, a conviver com esses atalhos inesperados.

Vivamos! Amemos e cuidemos uns dos outros. A vida é sopro.

Que a família do Boente tenha força e coragem nesse momento tão difícil.

Obrigada, Toninho, pelo tempo em que estivemos juntos. Ainda que breve, sempre bom.

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