Cármen Lúcia nomeia três mulheres para cargos estratégicos no comando do Tribunal Superior Eleitoral  

Kátia Gonçalves vai cuidar da segurança institucional da corte; Roberta Gresta da direção geral do tribunal e a desembargadora Andréa Pachá da secretaria-geral

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e nova presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, nomeou a delegada da Polícia Federal (PF) Kátia Gonçalves para cuidar da segurança institucional da corte. Kátia substituirá Disney Rossetti, que estava no cargo desde 2020. Além dessa nomeação, a presidente do TSE também escolheu a professora Roberta Gresta para a direção geral do tribunal e a desembargadora Andréa Pachá para a secretaria-geral.

Desde que a Justiça Eleitoral passou a ser alvo de ataques e campanhas de desinformação, a chefia da Assessoria Especial de Segurança e Inteligência do TSE tornou-se um cargo estratégico. Kátia Gonçalves tem atuado como corregedora desde 2010 e tem uma carreira de 20 anos na Polícia Federal. As responsabilidades dessa posição incluem a proteção dos ministros da corte, a preservação do patrimônio do tribunal e o desenvolvimento de estratégias de segurança institucional e técnica para as eleições gerais e municipais.

Cármen Lúcia fez história ao ser a primeira mulher a presidir o TSE e a única a ocupar o cargo mais de uma vez. Atuando no tribunal eleitoral há 16 anos, seu primeiro mandato como presidente foi entre 2012 e 2013. A gestão atual, iniciada na última segunda-feira, dia 3 de junho, está prevista para durar até 2026.

No TSE, além de Cármen Lúcia, há apenas outra mulher titular, Isabel Galotti. No Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia é a única mulher desde a aposentadoria de Rosa Weber, em outubro de 2023.

Com informações do UOL.

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