A morte do vereador de Nova Iguaçu, Germano Silva de Oliveira, conhecido como Maninho de Cabuçu, após um ataque a tiros, provocou forte repercussão política e institucional no estado do Rio de Janeiro. O caso, ocorrido na última terça-feira (22), mobilizou autoridades e reacendeu o debate sobre segurança de agentes públicos.
Em manifestação pública, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, deputado Douglas Ruas, que é pré-candidato ao Governo do Estado afirmou: “Lamento profundamente o falecimento do vereador de Nova Iguaçu, Germano Silva de Oliveira, conhecido como Maninho de Cabuçu, vítima de um ataque a tiros ocorrido ontem (22)”.
Cobrança por investigação rápida
Diante da gravidade do episódio, Ruas informou que já entrou em contato com a Secretaria de Estado de Polícia Civil para cobrar providências imediatas.
“Entrei em contato com a Secretaria de Estado de Polícia Civil, solicitando celeridade e rigor nas investigações, para que o caso seja esclarecido com a máxima brevidade e os responsáveis devidamente responsabilizados”, declarou.
A expectativa, segundo o parlamentar, é de que o crime seja elucidado rapidamente, diante do impacto que provoca não apenas no município da Baixada Fluminense, mas em todo o cenário político estadual.
Impacto institucional
O presidente da Alerj também destacou o peso institucional do ocorrido, classificando o episódio como um ataque à própria democracia. “Como presidente da Alerj, reafirmo o compromisso de zelar pelo pleno exercício dos mandatos parlamentares. Um episódio como este representa grave afronta às instituições democráticas”, afirmou.
O caso segue sob investigação, enquanto lideranças políticas reforçam a necessidade de garantir segurança aos representantes eleitos. Ruas concluiu sua manifestação destacando solidariedade à população local:
“Seguimos acompanhando o caso e nos solidarizamos com familiares, amigos e toda a população de Nova Iguaçu neste momento de dor”, concluiu Ruas






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