RICARDO BRUNO
Sondagens internas do PSD apontam para a possibilidade de o partido eleger de 14 a 17 vereadores, assegurando à sigla de Eduardo Paes a maior bancada da Câmara do Rio. A cúpula partidária aposta em três nomes para as primeiras posições: Marcelo Diniz, Carlo Caiado e Marcio Ribeiro.
Aos 79 anos, Cesar Maia, atual decano do Palácio Pedro Ernesto, continua a ostentar invejável musculatura eleitoral. Com voto de opinião, tem capilaridade em toda cidade. Entre as mulheres, merecem destaque Rosa Fernandes e Joyce Trindade.
O PL de Alexandre Ramagem vem a seguir com a projeção de 8 a 9 eleitos. Não surpreende o tônus muscular exibido por Carlos Bolsonaro. É o nome mais bem posicionado das eleições cariocas, garantindo tração à nominata liberal.
A federação PT-PCdoB-PV exibe vigor eleitoral para fazer de 5 a 6 postulantes. Tainá de Paula e Leonel de Esquerda se destacam neste grupamento.
O PSol e o Republicanos, que fizeram sete vereadores cada em 2020, devem minguar. Sem um grande puxador de votos, como Tarcísio Motta nas eleições passadas, o PSol demonstra força para fazer apenas 3 ou 4 edis. Willian Siri e Paulo Pinheiro estão bem na fita. Já o Republicanos deve ficar entre 2 e 3 eleitos. Destaque para o Bispo Inaldo e para o ex-governador Garotinho.
Em avaliação preliminar, 13 partidos devem eleger seus representantes pelo quociente eleitoral. Outros nove devem experimentar a sofreguidão da disputa 80/20 das sobras. A sigla deve atingir pelo menos 80% do quociente e o candidato 20%.
Não faltará emoção nos minutos finais da rápida e precisa apuração das urnas eletrônicas, registre-se, o mais importante legado da democracia contemporânea brasileira.
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