O lavajatismo tentou destruir Fernando Pimentel e não conseguiu: ele já acumula 11 absolvições

Poucos políticos brasileiros foram tão perseguidos pelo lawfare quanto Fernando Pimentel, ex-governador de Minas Gerais. Teve a sua reeleição, ambição que seria natural, impedida por um processo brutal de destruição de reputação. Como a maioria das vítimas da persegução lavajatista, Pimentel não teve direito a ampla defesa, menos ainda na imprensa, e muitas vezes nem…

Poucos políticos brasileiros foram tão perseguidos pelo lawfare quanto Fernando Pimentel, ex-governador de Minas Gerais. Teve a sua reeleição, ambição que seria natural, impedida por um processo brutal de destruição de reputação. Como a maioria das vítimas da persegução lavajatista, Pimentel não teve direito a ampla defesa, menos ainda na imprensa, e muitas vezes nem mesmo de seus aliados e companheiros. Agora, como tem acontecido com tantos outros, os primeiros sinais de justiça começam a se confirmar. E a verdade se estabelece.

Pimentel não foi réu, foi vítima.

A notícia a seguir é do Brasil247.

 Desde que saiu do governo de Minas Gerais, Fernando Pimentel, atual candidato à deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), já soma onze absolvições ou arquivamentos de processo, por absoluta improcedência, diante da inconsistência das acusações apresentadas. 

Pimentel, como muitos, foi uma vítima do lavajatismo.

A última aconteceu nesta quarta-feira (17) quando o juiz federal Marcus Vinicius Reis Bastos julgou improcedente a ação do Ministério Público Federal contra Pimentel, concluindo que as delações apresentadas na acusação “não demonstram o cometimento dos crimes contra a administração pública referidos na inicial acusatória”. 

Em sua decisão, o juiz reforçou que “em verdade, o MPF não trouxe aos autos prova alguma dos fatos que alegou. Firma-se em relatos prestados por réus colaboradores, os quais sequer permitem a inauguração da instância penal”. 

Ao saber da decisão, Pimentel ponderou que “com serenidade, fé em Deus e confiança na Justiça, venho atravessando esse período áspero da vida brasileira. Não há reparação possível para o sofrimento pessoal e familiar, mas creio que, para além de restaurar a verdade e a segurança jurídica, esses julgamentos sejam um alerta para que nunca mais os preceitos jurídicos e o devido processo legal venham a ser corrompidos, sob qualquer pretexto”.

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