Em meio à liquidação extrajudicial da Will Financeira, rumores sobre uma suposta falência do Nubank passaram a circular nas redes sociais e geraram apreensão entre clientes. O banco afirma, no entanto, que não há base para comparar as situações e que os boatos não se sustentam diante dos dados financeiros e regulatórios do banco digital.
Conforme a nota oficial, o Nubank opera com estrutura sólida, mantém colchão de liquidez acima do mínimo exigido pelo Banco Central e não integra um conglomerado em crise, diferentemente do Will Bank, que fazia parte do Grupo Master. O Master foi alvo de investigação por suspeita de gestão fraudulenta e teve a liquidação decretada após enfrentar grave crise de liquidez.
O Nubank, por sua vez, é uma empresa de capital aberto, listada na Bolsa de Nova York, o que impõe regras rigorosas de transparência e governança. No balanço mais recente, referente ao terceiro trimestre de 2025, a instituição reportou receita de US$ 4,2 bilhões e lucro líquido de US$ 783 milhões.
Em nota oficial, o banco afirmou que é falsa a informação de que estaria falindo e ressaltou que é hoje a maior instituição financeira privada do Brasil em número de clientes, com mais de 112 milhões de usuários, além de baixos índices de reclamação.
O banco anunciou ainda a intenção de solicitar ao Banco Central licença para operar formalmente como banco, o que elevará ainda mais as exigências regulatórias.
Para o mercado, o episódio serve de alerta para que clientes avaliem a saúde financeira das instituições, especialmente fintechs menores, observando fatores como transparência, diversificação de receitas e níveis adequados de capital.






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