O Rio de Janeiro se prepara para receber o Museu do Botequim (Mubo), o primeiro do gênero no Brasil. O espaço ficará localizado no centro histórico, próximo à famosa Rua da Carioca — agora conhecida como “rua da cerveja” — e promete ser um ponto de encontro para amantes da boemia e da cultura carioca. A informação é da Luciana Fróes, crítica gastronômica de O Globo.
Idealização e proposta
O projeto é assinado por Léo Feijó, professor e agitador cultural, reconhecido por iniciativas de sucesso. O Mubo terá mobiliário original, experiências imersivas, biblioteca — que levará o nome de Paulo Thiago de Mello, jornalista e editor de um tradicional guia de botequins — além de cardápios, rótulos antigos e um vasto acervo fotográfico.
Espaço dinâmico e interativo
Segundo Feijó, o museu será um ambiente vivo e dinâmico, com encontros culturais, shows, aulas e um auditório para 300 pessoas. Haverá ainda uma área de convivência aberta, com réplica de um quiosque antigo e opções de comes e bebes típicos de bar.
Conselho com nomes de peso
O conselho consultivo do Mubo reúne grandes referências da botecagem carioca, como Mariana Rezende (Bar da Frente), Toninho do Momo, Luís Carlos Simas, Guilherme Studart, Kadu do Bracarense e Raphael Vidal, entre outros.
Inauguração prevista
A expectativa é que o Museu do Botequim seja inaugurado em 2026, consolidando-se como um espaço que preserva e celebra a história dos bares, garçons, clientes e toda a tradição que envolve a vida boêmia do Rio.






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