A ministra da Cultura, Margareth Menezes, conformou hoje, durante discurso na abertura do Pavilhão do Brasil na 18ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que o projeto do Museu da Memória e da Herança Africana, a ser erguido no Cais do Valongo, no Rio, deverá ser feito por um arquiteto ou arquiteta negra.
Segundo a coluna do jornalista Ancelmo Goes, no GLOBO, a ministra se encontrou com a curadora da Bienal, Lesley Lokko, e fez uma visita guiada na exposição “Terra”, que ocupa o Pavilhão do Brasil, acompanhada dos curadores Gabriela de Matos e Paulo Tavares.
O Ministério da Cultura (MinC) fez um aporte de R$ 1,5 milhão de investimento para a realização da mostra brasileira. A ida da exposição à Itália dá sequência à agenda de reconstrução do intercâmbio cultural internacional do Brasil.





