O MetrôRio acumula prejuízos em decorrência da pandemia. No segundo trimestre, houve queda de passageiros de 77%, com dias em que apenas 120 mil pessoas utilizaram o transporte, contra 900 mil do período pré-pandemia. Para continuar a prestar o serviço, a empresa precisa de um aporte de pelo menos R$ 136 milhões, segundo cálculo da Agestransp, a agência reguladora do transporte público no Rio. O valor zeraria o rombo, permitindo a empresa readquirir equilíbrio operacional. A informação é da coluna Capital, de O GLOBO
Leia a nota:
A Agestransp, agência reguladora do transporte público no Rio, elaborou nova nota técnica sobre o buraco financeiro causado pela pandemia no caixa do MetrôRio. Pelos cálculos da agência, a concessionária já precisa de um aporte de pelo menos R$ 136 milhões para não interromper os serviços no fim de agosto.
A conta leva em consideração quanto seria necessário para a empresa atingir o chamado “break even operacional” — jargão financeiro para “ficar no zero a zero” — entre março e junho. De acordo com a nota técnica, o MetrôRio acumulou no período um prejuízo operacional de R$ 128,3 milhões.
Controlada pela Invepar, holding que tem entre seus principais sócios os maiores fundos de pensão de estatais do país, o MetrôRio vem alertando para o risco de estacionar os trens dentro de poucas semanas por falta de caixa.
Com a pandemia, o volume de passageiros do metrô carioca despencou 77% no segundo trimestre, para 12,3 milhões. No momento mais agudo do isolamento social, a concessionária chegou a receber apenas 120 mil passageiros por dia, contra uma média de 900 mil no pré-pandemia.
A companhia espera agora um socorro do governo para sair do vermelho. Esperava-se que o governador Wilson Witzel enviasse um projeto para a Alerj, assembleia legislativa do Rio, propondo um aporte nas companhias do setor, mas esta semana pode ser votado no Congresso, em Brasília, um plano de abrangência nacional para socorrer as concessionárias de transporte público.
Metrô tem rombo de caixa de R$ 136 milhões
O MetrôRio acumula prejuízos em decorrência da pandemia. No segundo trimestre, houve queda de passageiros de 77%, com dias em que apenas 120 mil pessoas utilizaram o transporte, contra 900 mil do período pré-pandemia. Para continuar a prestar o serviço, a empresa precisa de um aporte de pelo menos R$ 136 milhões, segundo cálculo da…






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