O governo do Rio de Janeiro divulgou nesta terça-feira (28) o balanço final da megaoperação realizada nos Complexos do Alemão e da Penha. A ação, considerada a maior da história do estado, contou com a participação de 2.500 policiais civis e militares e durou mais de um ano de investigação prévia.
Policiais do Bope ainda continua nas matas, segundo o comando da operação, à procura de corpos de supostos bandidos abatidos em confronto. Policiais continuam também nas ruas no controle da segurança para possibilitar uma vota pra casa o mais tranquila possível. Ainda há algumas ruas e avenidas interditadas e foram ouvidos tiroteios no Complexo do Alemão.
Balanço da ação: mortos, presos e armas apreendidas
Ao todo, a operação resultou em 64 mortos, sendo 60 criminosos e quatro policiais, além de 81 prisões e a apreensão de 93 fuzis. Segundo as autoridades, a ação foi planejada para desarticular o tráfico e reduzir a atuação de facções criminosas na região.
Policiais feridos: número oficial
Além dos dois policiais civis e dois PMs mortos, outros 15 ficaram feridos, sendo 10 militares e cinco civis. A Polícia Civil homenageou seus agentes mortos na redes sociais. Cerca de 120 quilos de diferentes tipos de drogas foram apreendidos e levados à Cidade da Polícia.
Medidas do governo para conter lideranças criminosas
O governador Claudio Castro anunciou que solicitou. e foi atendido pelo governo federal, dez vagas em presídios federais para transferência imediata de lideranças criminosas detidas na operação, como forma de enfraquecer o comando das facções no Rio de Janeiro.
Impacto e próximas etapas da segurança pública
A operação reforça a estratégia do estado de enfrentar o crime organizado com integração das forças de segurança, mantendo foco na proteção de policiais e moradores das comunidades afetadas. O governo informou que continuará acompanhando de perto a situação nos Complexos do Alemão e da Penha.






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