Jorge Mussi será corregedor nacional no CNJ; Maria Thereza e Og Fernandes devem ser aclamados presidente e vice do STJ

O ministro Jorge Mussi, vice-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), será o próximo corregedor nacional de Justiça, sucedendo no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a Maria Thereza de Assis Moura. A informação é de Frederico Vasconcelos, na Folha de São Paulo. O ministro Herman Benjamin informou aos pares que não concorrerá ao cargo, para…

O ministro Jorge Mussi, vice-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), será o próximo corregedor nacional de Justiça, sucedendo no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a Maria Thereza de Assis Moura. A informação é de Frederico Vasconcelos, na Folha de São Paulo.

O ministro Herman Benjamin informou aos pares que não concorrerá ao cargo, para o qual seria o candidato natural pelo critério de antiguidade. Alegou a necessidade de acompanhar o estado de saúde da mãe.

Mussi é o atual corregedor geral da Justiça Federal.

No próximo dia 12 de maio, deverão ser eleitos por aclamação Maria Thereza, para o cargo de presidente do STJ no próximo biênio, sucedendo a Humberto Martins; Og Fernandes, vice-presidente, e Mussi, corregedor nacional.

Na ocasião serão eleitos também os substitutos dos ministros aposentados do STJ Napoleão Nunes Maia e Nefi Cordeiro.

Nos últimos dias, circularam informações de que o presidente Humberto Martins havia sondado colegas sobre a hipótese de mudar a forma tradicional de escolha dos futuros dirigentes do tribunal.

Martins não obteve apoio, a proposta não prosperou.

Segundo a interpretação de alguns ministros, a ideia seria colocar os três mais antigos para concorrerem à presidência. O mesmo processo seria adotado para a corregedoria e para a vice-presidência.

O objetivo, ao que se supõe, seria evitar a eleição de Maria Thereza e de Herman Benjamin. Se não tivesse desistido de concorrer ao cargo, Benjamin seria corregedor nacional no período em que o CNJ deverá ser presidido pela ministra do STF Rosa Weber.

Segundo a assessoria de imprensa do STJ, “o ministro Humberto Martins desconhece essa informação”.

“A escolha da administração do STJ e do CJF seguirá, como tem sido feito ao longo dos anos, os arts. 3° e 17º do Regimento Interno desta Corte, que preveem que o presidente e o vice-presidente do STJ são eleitos pelo Plenário dentre todos os seus membros, para um mandato de dois anos a contar da posse, sendo vedada a reeleição. Tradicionalmente os ministros mais antigos têm assumido os cargos de direção”, informou a assessoria.

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