Holanda, Japão ou Suécia? Veja os cenários do Brasil para o mata-mata da Copa do Mundo

Seleção enfrenta a Escócia nesta quarta (24) e pode avançar em primeiro, segundo ou até como um dos melhores terceiros colocados; adversário dependerá da posição final no Grupo C

A Seleção Brasileira entra em campo nesta quarta-feira (24) para enfrentar a Escócia na última rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Líder da chave com quatro pontos, o time comandado por Carlo Ancelotti depende apenas de si para avançar ao mata-mata, mas ainda não sabe qual será o seu adversário na próxima fase.

Os cenários apontam para três possíveis rivais caso o Brasil termine entre os dois primeiros colocados do grupo: Holanda, Japão ou Suécia, seleções que disputam a classificação no Grupo F.

Atualmente, o Brasil lidera o Grupo C com quatro pontos e saldo de três gols. Marrocos também soma quatro pontos, mas aparece em segundo lugar pelos critérios de desempate. A Escócia tem três pontos e ainda possui chances de classificação.

Cenário se o Brasil terminar em primeiro

Caso confirme a liderança da chave, a Seleção enfrentará o segundo colocado do Grupo F.

Neste momento, a posição é ocupada pelo Japão, mas a definição segue aberta. Holanda, Japão e Suécia chegam à rodada final com possibilidades de terminar em primeiro ou segundo lugar.

Assim, os possíveis adversários do Brasil como líder do Grupo C são:

  • Japão;
  • Holanda;
  • Suécia.

Cenário se o Brasil terminar em segundo

Se avançar como vice-líder do Grupo C, o Brasil enfrentará o primeiro colocado do Grupo F.

Neste cenário, os mesmos três países seguem como possíveis adversários, já que a disputa pela liderança da chave europeia e asiática permanece indefinida.

Os possíveis confrontos seriam:

  • Holanda;
  • Japão;
  • Suécia.

A diferença, portanto, não está nos possíveis rivais, mas na posição que cada um ocupará no Grupo F.

E se o Brasil terminar em terceiro?

Há ainda uma possibilidade mais complicada: a Seleção perder para a Escócia e terminar a fase de grupos na terceira colocação.

Nesse caso, o Brasil precisaria ficar entre os oito melhores terceiros colocados da Copa para avançar à fase eliminatória.

Se isso acontecer, o adversário deixará de vir do Grupo F e passará a depender do chaveamento estabelecido pela Fifa para os terceiros colocados classificados.

Os possíveis rivais seriam os líderes dos grupos A, E ou I.

Hoje, os principais candidatos são:

  • México ou Coreia do Sul (Grupo A);
  • Alemanha (Grupo E);
  • França ou Noruega (Grupo I).

Quem leva vantagem no retrospecto?

Entre os possíveis adversários do Grupo F, a Holanda aparece como a seleção mais tradicional e com histórico mais equilibrado diante do Brasil.

As duas equipes já se enfrentaram 12 vezes, com quatro vitórias para cada lado e quatro empates. Em Copas do Mundo, os holandeses ganharam do Brasil em 1974 e 2010, além de vencerem a disputa do terceiro lugar em 2014.

Contra o Japão, a Seleção leva ampla vantagem histórica. Em 13 confrontos, foram 11 vitórias brasileiras, dois empates e apenas uma derrota, ocorrida em amistoso disputado no ano passado.

Já diante da Suécia, o retrospecto também é favorável. O Brasil soma dez vitórias em 15 partidas e nunca perdeu para os suecos em Copas do Mundo, incluindo a histórica final de 1958, que garantiu o primeiro título mundial da Seleção.

O que o Brasil precisa para avançar?

Uma vitória sobre a Escócia garante a classificação e mantém a Seleção na disputa pela liderança do Grupo C.

Em caso de empate, a vaga também fica muito bem encaminhada, mas a posição final dependerá do resultado de Marrocos contra o Haiti.

Já uma derrota pode empurrar o Brasil para a terceira colocação e obrigar a equipe a depender da comparação com os demais terceiros colocados da competição.

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