A saída do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta sexta-feira (20), dará início a uma reorganização na cúpula econômica do governo federal. O atual titular da pasta deixará o cargo para disputar o governo de São Paulo pelo PT.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já confirmou que o secretário-executivo Dario Durigan assumirá o comando do Ministério da Fazenda. No cargo desde 2023, Durigan é visto como um quadro técnico e articulador dentro da equipe econômica.
Para a secretaria-executiva, o escolhido é Rogério Ceron, atual secretário do Tesouro Nacional. Já a vaga no Tesouro deve ser ocupada por Daniel Leal, hoje subsecretário da Dívida Pública.
Ceron é considerado um dos principais responsáveis pelo arcabouço fiscal do governo, que substituiu o teto de gastos e permite crescimento real das despesas públicas dentro de limites definidos.
A nova configuração mantém nomes próximos a Haddad em posições estratégicas, sinalizando continuidade na condução da política econômica.
Nos bastidores, a permanência de aliados do ex-ministro reforça a tentativa do governo de preservar estabilidade e previsibilidade na gestão fiscal, mesmo com a mudança no comando da pasta.






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