Haddad articula vice em SP e cita Tebet, Marina e França

Chapa majoritária em SP entra em fase de negociações com lideranças políticas: ex-ministro afirma que tempo será usado para construir aliança sólida

O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad afirmou que a definição do candidato a vice em uma eventual chapa ao governo de São Paulo ainda está em construção, mas destacou que há opções consideradas competitivas dentro do campo político aliado.

Durante participação no encerramento do congresso do Partido dos Trabalhadores, em Brasília, Haddad citou nomes de peso que estão sendo avaliados para compor a chapa, entre eles Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França.

Articulação para vice em São Paulo

Segundo Haddad, o processo de escolha ainda depende de conversas individuais com os possíveis aliados. O ex-ministro ressaltou que não há pressa para a definição e que o diálogo será conduzido ao longo das próximas semanas.

“Estamos com vários bons nomes, temos quatro ex-ministros do presidente Lula disponíveis para compor a chapa majoritária e isso é um bem, não é um problema. Estamos com bons nomes, mas vou fazer isso depois de conversar com todos eles. Sob a perspectiva de cada um e eu não tive essa chance ainda, falei com Márcio, Simone está chegando essa semana em São Paulo do descanso dela, respeitei o descanso. Acabei de conversar com a Marina e combinei de me encontrar com ela essa semana. As coisas vão caminhar naturalmente e não temos nenhum problema de calendário, temos tempo e vamos usar o tempo da melhor maneira possível”, afirmou.

Outros nomes no radar

Além dos ex-ministros, a composição política em São Paulo inclui outros nomes que também seguem sendo considerados. Entre eles estão o ex-prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri, e a ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Vendramini.

A construção da chapa envolve não apenas a escolha do vice, mas também a definição de estratégias para outras disputas, como as vagas ao Senado, onde o partido busca ampliar sua representação.

Discurso e mobilização política

Haddad participou do evento a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não compareceu ao encontro. Em seu discurso, o ex-ministro reforçou a importância da mobilização da militância e da atuação contínua ao longo do calendário eleitoral.

“Não temos direito de descansar até vermos essa realidade confirmada nas urnas”, afirmou, ao defender o engajamento político até o período das eleições.

Ele também fez críticas ao senador Flávio Bolsonaro, apontado como um dos principais adversários no cenário político.

Cenário em construção

A definição da chapa em São Paulo segue em aberto e depende de negociações políticas que envolvem diferentes forças e interesses. A estratégia, segundo Haddad, é utilizar o tempo disponível para construir uma aliança que represente equilíbrio e competitividade na disputa.

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