O Gabinete de Segurança Institucional já detectou sinais de que o presidente Jair Bolsonaro pode ser alvo de manifestações neste domingo, 23, durante o passeio de moto programado para percorrer da Barra da Tijuca ao Aterro do Flamengo, cortando toda a Zona Sul.
Diferentemente de Brasília, onde Bolsonaro fez programação semelhante há três semanas, o Rio é uma cidade com histórica tradição de oposição ao Governo central, característica agravada pelo comportamento beligerante e irresponsável do presidente durante a pandemia. A possibilidade de protesto aumenta em decorrência do roteiro escolhido, a Zona Sul, reduto da esquerda carioca.
Segundo Lauro Jardim, de O GLOBO, o GSI, responsável pela segurança do presidente, está extremamente preocupado com roteiro escolhido.
Leia a nota de Lauro Jardim
Três semanas depois de passear de moto por Brasília, sem máscara e causando aglomeração, Jair Bolsonaro repete a dose amanhã no Rio de Janeiro.
Além do presidente, a manifestação (pois é assim que o bolsonarismo trata o evento) contará com alguns ministros, como o chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.
No GSI, responsável pela segurança de Bolsonaro, há preocupação com o roteiro escolhido. Teme-se que possa haver manifestações contrárias ao presidente, o que não ocorreu em Brasília.
Organizado por Waldir Ferraz, seu ex-assessor e fiel escudeiro no Rio, o passeio se estenderá por 60 quilômetros: começará de manhã no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, e terminará no Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo.
GSI detecta sinais de manifestação contra Bolsonaro durante passeio de moto
O Gabinete de Segurança Institucional já detectou sinais de que o presidente Jair Bolsonaro pode ser alvo de manifestações neste domingo, 23, durante o passeio de moto programado para percorrer da Barra da Tijuca ao Aterro do Flamengo, cortando toda a Zona Sul. Diferentemente de Brasília, onde Bolsonaro fez programação semelhante há três semanas, o…






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