O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes votou pela redução da pena do ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Mello, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Gilmar seguiu o voto divergente de Dias Toffoli, que acolheu parcialmente o recurso de Collor e reduziu a pena para quatro anos de prisão.
Além de Toffoli e Gilmar Mendes, participaram do julgamento os ministros Alexandre de Moraes e Edson Fachin, que votaram contra o recurso e defenderam a manutenção da pena inicial. Em maio de 2023, Collor foi condenado a oito anos e 10 meses de prisão por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora. No mesmo processo, os empresários Pedro Paulo Leoni Ramos e Luis Pereira Duarte de Amorim receberam penas de quatro anos e um mês e três anos, respectivamente, e também recorreram.
O julgamento foi interrompido em junho de 2024 após Gilmar Mendes solicitar mais tempo para análise, retomando um pedido de vista iniciado em fevereiro por Dias Toffoli. O caso, que faz parte da Operação Lava Jato, acusa Collor de ter recebido R$ 20 milhões de forma ilícita para facilitar contratos entre a BR Distribuidora, antiga subsidiária da Petrobras, e uma empresa de engenharia responsável por construir bases de distribuição de combustíveis.
Com informações do Metrópoles





