O Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio de Janeiro (Siemaco-Rio) decidiu retomar a greve dos garis, suspensa na quinta-feira para atender minimizar os impactos provocados pelas chuvas na cidade na última semana. A paralisação começa no primeiro minuto da madrugada de segunda-feira.
O sindicato alega que a prefeitura não apresentou diálogo e nem uma proposta nova para a categoria nesses três dias de suspensão da greve.
A notícia está no Extra.
Ainda de acordo com o Siemaco-Rio, só será marcada uma nova assembleia para rever a situação de greve, caso a prefeitura venha com uma nova proposta de negociação, e que a greve continua até que haja um novo acordo ou o julgamento pela Justiça.
A categoria pede melhores condições de trabalho, com um reajuste de 25% nos salários e no tíquete alimentação, a conclusão do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) e a implantação do Adicional de Insalubridade para os Agentes de Preparo de Alimentos (APAs).
Em nota, a Comlurb informou que “os serviços essenciais vêm sendo realizados, como limpeza de feiras livres, escolas e hospitais. A coleta domiciliar tem sofrido atrasos pontuais, principalmente por causa de atos criminosos cometidos por alguns grevistas, mas mesmo assim está sendo possível cumprir 100% dos roteiros, sobretudo pelo comprometimento dos profissionais que entendem a importância de manter o atendimento à população”.
A nota diz ainda que a paralisação é ilegal.
“A Comlurb agradece aos garis que, em sua maioria, estão nas ruas trabalhando e lembra da importância para a cidade do Rio do retorno ao serviço daqueles que aderiram à greve ilegal. Lembrando que o movimento vem sendo reiteradamente considerado ilegal pela Justiça do Trabalho e que o próprio sindicato da categoria já suspendeu a paralisação. A Comlurb pede a colaboração da população nesse período, respeitando dia e horário da coleta, se possível dispondo o lixo na hora em que o caminhão estiver realizando o serviço”.






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