O corpo de Luciano Oliveira de Freitas, de 25 anos, foi sepultado na manhã desta quinta-feira (28), no Cemitério Carlos Sampaio, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O garçom voltava para casa, em Madureira, quando foi espancado até a morte e abandonado na linha férrea próxima à estação do Mercadão, na última terça-feira (26).
Familiares e amigos compareceram à cerimônia de despedida e acreditam que o crime possa ter motivado por homofobia. O laudo do Instituto Médico Legal apontou hemorragia interna como causa da morte.
“O Luciano foi morto brutalmente, espancado, com o corpo desfigurado. Nem ao menos teve o direito de ser velado de caixão aberto para que todos pudessem se despedir”, publicou um amigo nas redes socias.
“Lu tinha um coração enorme e um carisma que contagia a todos. Deixa muitas saudades em todos nós”, lamentou outra conhecida.
Últimos momentos da vítima
Uma amiga contou à Agenda do Poder que Luciano trabalhava em um restaurante no Shopping Nova América, em Del Castilho, e estava voltando para casa quando ocorreu o ataque. No percurso, ele parou para tomar uma cerveja e chegou a fazer chamada de vídeo com colegas de trabalho, alegre e brincando.
“O marido dele acabou dormindo e não conseguiu esperar ele acordado. Essas são as últimas informações que temos dele”, relatou Juliana Vieira, de 27 anos.
Investigações
Segundo a Polícia Militar, agentes do Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer) foram acionados e isolaram a área para o trabalho da perícia.
O caso foi registrado na 29ª DP (Madureira). A Polícia Civil informou que testemunhas e familiares prestam depoimentos. “Outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime”, diz a nota.






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