Duas testemunhas revelaram, em depoimento à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), na última terça-feira, que presenciaram o espancamento que terminou com a morte do congolês Moise Kabagambe na orla da Praia da Barra, Zona Oeste do Rio.
A mulher, que não teve sua identidade revelada, disse à polícia que ao ver o espancamento procurou ajuda de dois guardas municipais que estavam na areia e que foi ignorada por eles, que não tomarsm nenhuma atitude.
Segundo o relato divulgado pelo UOL, o casal disse que ao tentar intervir, ouviu de um dos agressores para “não olhar”.
A mulher contou que foi comprar um refrigerante no quiosque Tropicália e que a funcionária estava muito nervosa, pois já teria pedido para que os três homens parassem de agredir Moïse.
De acordo com as testemunhas, os agressores estariam praticando o ato porque Moïse estava assaltando as pessoas. Não há qualquer registro de que o congolês estivesse praticando roubos na região. A família da vítima afirma que a briga teria começado após ele cobrar diárias atrasadas.
A Guarda Municipal do Rio não informou, nem foi questionada, se havia homens escalados para estarem na noite da morte naquele local.
Disse apenas que “não recebeu notificação em relação ao testemunho relatado”.
No entanto, disse que vai enviar um ofício à Polícia Civil solicitando mais detalhes sobre a possível citação e se colocou à disposição para cooperar com as investigações, mas nada sobre sua própria investigação se tinha homens escalados pro local naquela noite.
A mulher que avisou os guardas sobre as agressõers reconheceu o homem que pediu para ela “não olhar” como sendo Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, o “Dezenove”, que estava com a camisa do Flamengo.






Deixe um comentário