Guarda Municipal continua calada sobre guardas que, mesmo avisados da agressão, se omitiram no socorro ao congolês, segundo testemunha.

A Guarda Municipal ainda não se manifestou sobre a identificação dos dois guardas municipais que estariam na praia em frente ao quiosque Tropicalia e teriam sido avidados sobre a agressão ao congolês Moïse  por uma mulher que revelou à polícia que tentou buscar a ajuda deles, ao ver o congolês ser espancado no quiosque. Os…

A Guarda Municipal ainda não se manifestou sobre a identificação dos dois guardas municipais que estariam na praia em frente ao quiosque Tropicalia e teriam sido avidados sobre a agressão ao congolês Moïse  por uma mulher que revelou à polícia que tentou buscar a ajuda deles, ao ver o congolês ser espancado no quiosque.

Os guardas, mesmo avisados do linchamento, não teriam prestado auxílio, ignorando o apelo da mulher. Logo depois, acompanhada do marido, ela percebeu que Moise já estava sem vida.

A Guarda Municipal não esclarece se havia ou não policiais na escala no local naquela noite. Informa, apenas, que não recebeu nenhuma notificação em relação ao testemunho relatado, e que enviou um ofício à Polícia Civil solicitando mais detalhes sobre a citação.

O jornalista Flávio Fachel cobrou hoje no Bom Dia Rio uma posição da Guarda sobre o depoimento da testemunha.

Não há informações sobre ações da polícia civil para identificar os guardas.

O prefeito Eduardo Paes também ainda nada falou sobre o episódio.

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