O depoimento da mulher que revelou à polícia que tentou buscar a ajuda de dois guardas municipais, ao ver o congolês ser espancado no quiosque, continua sendo tratado com indigência pelas autoridades e pela imprensa.
Os guardas, mesmo avisados do linchamento, não teriam prestado auxílio, ignorando o apelo da mulher. Logo depois, acompanhada do marido, ela percebeu que Moise já estava sem vida.
As notas oficiais da Guarda Municipal não vão ao mais importante e não informam se havia na escala daquela noite guardas destacados para aquele local. Informam, apenas, que não recebeu nenhuma notificação em relação ao testemunho relatado, e que enviou um ofício à Polícia Civil solicitando mais detalhes sobre a citação.
Não há informações sobre ações da polícia civil para identificar os guardas.
O prefeito Eduardo Paes ainda nada falou sobre o episódio nem foi instado a fazê-lo pela imprensa.






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