O candidato do PL ao Governo do Rio, Douglas Ruas, defendeu nesta quarta-feira (16) a ampliação do subsídio estadual ao metrô para reduzir a tarifa paga pelos passageiros. Durante caminhada por bairros da Zona Norte da capital, ele também afirmou que pretende aumentar a cobrança sobre concessionárias responsáveis por serviços públicos, diante de reclamações relacionadas principalmente ao abastecimento de água.
A tarifa cheia do metrô é atualmente de R$ 7,90. Já os passageiros que atendem aos critérios da Tarifa Social Metroviária pagam R$ 5, benefício prorrogado pelo Governo do Estado até abril de 2027. Ruas propõe ampliar o subsídio para que o valor de R$ 5 alcance mais usuários.
Cobrança sobre concessionárias
Ao abordar a qualidade dos serviços concedidos pelo estado, Ruas afirmou que, caso seja eleito, pretende acompanhar diretamente o cumprimento dos contratos e cobrar uma atuação mais rigorosa das agências reguladoras.
“Não vamos ficar à mercê das agências reguladoras para que os serviços prestados pelas concessionárias sejam cumpridos. Vou trazer isso para dentro do gabinete do governador, cobrar que as agências cumpram o contrato e que as empresas prestem um serviço de qualidade. Em caso de descumprimento, vamos rescindir”, afirmou.
A declaração foi feita após o candidato ouvir reclamações de moradores sobre problemas no abastecimento de água na Zona Norte. Ruas associou a fiscalização das concessionárias à necessidade de garantir que os serviços contratados pelo poder público sejam efetivamente entregues à população.
Tarifa do metrô a R$ 5
Na área de mobilidade, o candidato voltou a criticar o preço da passagem do metrô e defendeu maior participação financeira do estado no custeio do transporte. A proposta de chegar à tarifa de R$ 5 também havia sido apresentada por Ruas durante entrevista na terça-feira (15).
“Vamos aumentar o subsídio da tarifa do metrô para pesar menos no bolso do cidadão, com a passagem podendo chegar a R$ 5”, disse.
A proposta integra o discurso de campanha do candidato voltado à redução do custo de vida. O valor cheio cobrado atualmente nas linhas 1, 2 e 4 é de R$ 7,90 por viagem.







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