A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) votou na manhã deste domingo (4), no Colégio Santa Marcelina, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. Segundo informações do portal Metrópoles, a passagem da petista pelo local de votação foi marcada por manifestações favoráveis e contrárias a ela, além de momentos de tensão entre os grupos.
Dilma chegou ao colégio cercada por apoiadores e recebeu abraços e cumprimentos. Ao mesmo tempo, eleitores que se posicionavam contra a ex-presidente reagiram com vaias e gritos durante sua passagem.
Em meio à movimentação, houve empurra-empurra. Apesar do tumulto, Dilma conseguiu votar e deixou o colégio sem conceder entrevista à imprensa.
🗳️ELEIÇÕES 2026 | Ex-presidente foi recebida por apoiadores e críticos, e deixou o local sem falar com a imprensa após registro de empurra-empurra 📸Metrópole https://t.co/OL7SxC8rRW
— Agenda do Poder (@agendadopoder) October 4, 2026
Sobrinho diz que Dilma foi retirada por segurança
Pedro Rousseff (PT), sobrinho da ex-presidente e candidato a deputado federal por Minas Gerais, afirmou que Dilma precisou ser retirada do local diante do risco de agressão.
A ex-presidente não comentou o episódio nem respondeu às perguntas dos jornalistas que acompanhavam sua votação. A movimentação entre apoiadores, críticos e profissionais de imprensa aumentou durante sua permanência no colégio.
Dilma desembarcou no Brasil nesta semana especialmente para participar do primeiro turno das Eleições 2026. Apesar de morar atualmente fora do país, ela mantém seu domicílio eleitoral em Belo Horizonte e, por isso, compareceu à capital mineira para votar.
Dilma vive atualmente na China
A ex-presidente reside em Xangai, na China, onde preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), instituição financeira multilateral também conhecida como Banco dos Brics.
Dilma assumiu a presidência da instituição após deixar a política eleitoral brasileira. Mesmo vivendo no exterior, manteve seu vínculo eleitoral com Minas Gerais.
A petista foi presidente da República entre 2011 e 2016, quando teve o mandato interrompido pelo processo de impeachment.
Em 2018, Dilma concorreu a uma das duas vagas de Minas Gerais no Senado Federal. Apesar de ter aparecido entre os nomes competitivos durante a campanha, não conseguiu se eleger.







Deixe um comentário