O deputado Átila Nunes (PSD-RJ) entrou com representação junto Ministério Público de São Paulo contra o pastor Estavam Hernandes por com crime contra a sentimento religioso. Hernandes durante a Marcha para Jesus, em seu discurso, indagou à multidão presente se todos preferiam um Brasil ‘macumbeiro’ ou evangélico, numa inequívoca demonstração de preconceito religioso.
Nunes teve conhecimento do fato a partir de matéria publicada “no jornal Estadão, onde o ministro neopentecostal brasileiro, líder e fundador da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, discursava na presença de quase 2 milhões de pessoas quando praticou o maior ato de intolerância religiosa contra as religiões de matriz africana”.
O deputado alerta que a fala “causa muita espécie a fala, pois o nosso país trava uma luta contra o racismo e a intolerância religiosa e um líder de um segmento religioso anunciar para uma grande plateia que ‘o Brasil se tornar o maior país macumbeiro do mundo é narrado como riscar um fósforo numa refinaria’ ”.





