A três dias das eleições, candidatos à Prefeitura de São Paulo apresentaram suas propostas nos primeiros blocos do debate da TV Globo, o último antes do primeiro turno das eleições, na noite desta quinta-feira (3), mas, no terceiro e no quarto blocos, voltaram a trocar críticas e a citar investigações policiais contra adversários. Foram feitos ataques contra aliados dos oponentes, um documento foi apresentado e houve até menção a um suposto “gesso fake”.
Atacado ao longo da campanha por Marçal sobre suposto uso de drogas, Boulos apresentou um exame toxicológico do último dia 2 de outubro, que mostra que ele não tinha feito uso de entorpecentes. Nunes também quis passar a limpo os ataques de Marçal sobre um boletim de ocorrência de sua esposa contra ele, e afirmou que o registro foi feito em um breve momento de separação do casal e que ele não bateu na mulher. O bo é sobre ameaça.
Foram convidados os candidatos de partidos com, no mínimo, cinco representantes no Congresso Nacional, assim como os que alcançaram pelo menos 6% de intenções de voto na última pesquisa da Quaest, divulgada na segunda (30).
O debate se dividiu em quatro blocos: o primeiro e o terceiro com temas livres, o segundo e o quarto, com assuntos determinados. Naqueles com tema livre, o candidato (sorteado anteriormente) escolheu para quem direcionar sua pergunta, entre os que ainda não tinham respondido naquele bloco. Todos precisariam fazer um questionamento e responder a uma questão em cada bloco.
Ao final do quarto bloco, cada candidato teve 2 minutos para fazer suas considerações finais.
As regras foram apresentadas e aceitas por representantes dos candidatos em reuniões realizadas na sede da TV Globo em São Paulo. Não foi permitido aos candidatos apresentar documentos, celular nem tablet nem se referir aos adversários com insultos. O mediador poderia advertir os participantes: na primeira advertência, o candidato perderia um minuto das considerações finais. Na segunda, perderia toda a consideração final. Na terceira, seria expulso do programa.
Confira a seguir como foi o debate:
Primeiro bloco – tema livre
Nunes x Datena
O atual prefeito questionou o apresentador sobre redução de impostos municipais e afirmou que “não criou nenhuma taxa”. Datena disse que é possível reduzir impostos na cidade, como IPTU e taxa de fiscalização de empresas e criticou Nunes por não ter “lutado mais pela redução do ISS” na reforma tributária. Nunes destacou algumas reduções de impostos durante sua gestão e citou que novas empresas se instalaram em São Paulo com esse tipo de medida. Em sua tréplica, Datena abordou a questão da saúde e afirmou que a prefeitura pode construir hospitais mais qualificados.
Tabata x Nunes
Tabata questionou Nunes sobre pessoas em situação de rua, disse que a capital caiu nos índices de educação e falou sobre a fila na saúde, além de abordar estatísticas sobre criminalidade. O prefeito respondeu que “é muito fácil ficar só criticando”, criticou a atuação da deputada na Câmara dos Deputados, dizendo que, em seis anos, “a gente viu pouquíssimo da sua ajuda aqui para nossa cidade”. Afirmou que criou políticas públicas para os moradores de rua, para a segurança pública e para a saúde. A candidata apontou que Nunes não responde sobre o que é questionado e afirmou que o eleitor “merece mais” porque “esse prefeito é pequeno demais”.
Boulos x Tabata
Boulos questionou Tabata sobre os possíveis erros da gestão de Ricardo Nunes e disse que a cidade, na realidade, não está harmoniosa como dito do discurso do atual prefeito, que “às vezes nem dipirona tem, falta tudo, um ano esperando na fila” por exames. A deputada criticou o governo emedebista, disse que a saúde está sucateada mesmo com um orçamento alto, que “foi uma gestão tão medíocre, tão inoperante, que as filas explodiram” e prometeu exames em um mês. O candidato do PSOL apontou que vai criar unidades de saúde em todas as regiões da cidade. Tabata falou que saúde mental será prioridade em seu mandato.
Datena x Marçal
Datena perguntou a Marçal como ele pretende resolver o problema de roubo de celular na capital, “coisa de crime organizado”, segundo o apresentador. O ex-coach disse que vai utilizar tecnologia para rastrear os aparelhos e bloqueá-los, além de usar inteligência artificial no combate ao crime, preferindo “análise preditiva não para encarcerar, mas para mostrar que tem vigilância nessa cidade”. O apresentador concordou com Marçal e disse que o maior criminoso é o receptador de aparelhos roubados e furtados. O candidato do PRTB criticou o uso de dinheiro público em campanhas eleitorais.
Marçal x Boulos
Pablo Marçal questionou Guilherme Boulos sobre propostas para abrir empresas e reduzir impostos na cidade. O psolista disse que vai levar empregos para as periferias com a redução de IPTU para empresas que oferecerem postos de trabalhos nas regiões mais afastadas do Centro. Marçal disse que ser prefeito é uma missão. Boulos criticou a falta de propostas de Marçal e apontou defeitos na gestão Nunes mais uma vez.
Segundo bloco – temas determinados
Mobilidade – Tabata x Marçal
Tabata questionou Pablo Marçal sobre trânsito e mobilidade e criticou as propostas dele para transporte público na capital. O empresário disse que vai fazer corredores de ônibus “que foram prometidos no plano de governo do [Bruno] Covas, fazer os dez bolsões de entrada das dez rodovias da cidade de São Paulo”, além de deixar carros virarem para a direita mesmo com o semáforo fechado, como nos Estados Unidos. A deputada disse que as linhas de ônibus são as mesmas há décadas, “veio a tecnologia, a cidade cresceu, veio a pandemia e as linhas de ônibus não foram alteradas”. Falou também em entregar corredores de ônibus e semáforos inteligentes. Marçal voltou a falar sobre teleféricos em zonas periféricas.
IPTU – Datena x Boulos
Datena questionou Boulos sobre redução de impostos e sobre reforma previdenciária. O deputado prometeu não aumentar nenhum imposto, criar pontes, duplicar estrada e construir corredores. Além disso, reafirmou que vai reverter o trecho da reforma previdenciária que obriga servidores aposentados e pensionistas a contribuírem com 14% dos vencimentos.
O apresentador afirmou que vai criar empregos na periferia, dar uso a prédios abandonados no Centro e reativar o comércio na região com o fim da Cracolândia. Boulos destacou que atuou no movimento de luta por moradia e afirmou que vai criar um programa para reformar casas na periferia, além de regularizar imóveis sem escritura.
Moradia – Nunes x Tabata
Nunes perguntou se Tabata pretende criar projetos de habitação para os moradores da cidade. A deputada disse que vai dar continuidade às boas ideias de todos os espectros políticos, pretende inovar com um projeto em que a prefeitura atua como fiadora dos cidadãos. O prefeito trouxe diversas questões sobre mobilidade. Tabata criticou a gestão de Nunes sobre a forma como lidou com a Cracolândia na cidade.
Educação – Marçal x Nunes
Pablo Marçal questionou Nunes sobre a condução da educação em sua gestão, sobretudo alfabetização infantil. O atual prefeito defendeu que o dado apontado por Pablo não pode ser alvo de comparação e disse que avançou na criação de vagas de creche e no aumento do piso salarial dos professores. O ex-coach disse que vai implantar educação financeira, empreendedorismo, inteligência emocional e esportes olímpicos nas escolas municipais. Nunes criticou Marçal sobre uma ação feita pelo empresário no continente africano.
Cultura e lazer – Boulos x Datena
Guilherme Boulos perguntou se Datena tinha propostas para a cultura na cidade de São Paulo. O apresentador disse que quer descentralizar a cultura na capital, criar polos audiovisuais e startups, principalmente nas periferias. O candidato do PSOL afirmou que vai ampliar a educação integral na rede municipal e oferecer aulas de música e esporte.
Terceiro bloco – tema livre
Tabata x Boulos
Tabata Amaral questionou Guilherme Boulos sobre mudanças de posicionamentos políticos e sobre divergência de pensamento entre o candidato e seu partido, o PSOL. O deputado federal disse que defende a rede credenciada na educação e apoia a Guarda Municipal armada, mas sem distinção de tratamento entre moradores da periferia e regiões elitizadas. A deputada voltou a criticar o psolista sobre mudança de posicionamento durante o período eleitoral. Boulos disse que, se eleito, vai governar para apoiadores e opositores.
Datena x Nunes
Datena questionou Nunes sobre o preço dos serviços em cemitérios e criticou o aumento de valores durante a gestão do atual prefeito. O prefeito disse que fez um governo liberal e criticou a manutenção dos cemitérios antes das concessões, que foram incentivadas por ele. O apresentador voltou a falar mal das concessionárias que prestam serviços funerários e afirmou que Nunes está desinformado sobre a questão. Nunes se defendeu dizendo que suas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas da capital.
Marçal x Datena
Pablo Marçal falou sobre posicionamentos políticos e perguntou a Datena se um candidato de extrema-esquerda teria capacidade de governar São Paulo. O tucano criticou os extremos e disse que há propostas boas tanto na esquerda quanto na direita. O empresário criticou o fato de Marta Suplicy ter sido secretária no governo Nunes antes de integrar a chapa de Boulos. O apresentador voltou a dizer que boas ideias devem ser aproveitadas, desde que não sejam extremistas.
Nunes x Tabata
Nunes questionou Tabata Amaral sobre questões de mudanças climáticas e de meio ambiente. A deputada aproveitou a pergunta para criticar ações de Nunes nesse tema e disse que pretende desenhar soluções para pontos críticos de alagamento na cidade já no início de seu mandato. O atual prefeito se mostrou incomodado com as críticas e disse que entregou parques e áreas de cobertura vegetal durante sua gestão. Tabata voltou a criticar a prefeitura.
Boulos x Marçal
Guilherme Boulos perguntou por que Pablo Marçal convidou nomes ligados ao ex-governador João Doria para integrarem seu possível governo e apontou que o ex-coach estaria interpretando um personagem contra o sistema, mesmo não o sendo. Marçal disse que indicou pessoas que romperam com Doria e criticou candidatos que usam dinheiro público para financiar suas campanhas. Boulos afirmou que Pablo não respondeu à pergunta e acusou Marçal de ser desrespeitoso com as mulheres. Marçal rebateu o apontamento dizendo que, na verdade, outro candidato não gosta de mulher, em referência ao boletim de ocorrência registrado pela esposa de Nunes contra ele por suposta violência doméstica.
Quarto bloco – temas determinados
Concessões e iniciativa privada – Boulos x Nunes
Guilherme Boulos questionou Nunes sobre a falta de transparência em licitações e afirmou que o prefeito tem uma série de denúncias em relação ao tema. Ricardo rebateu a pergunta citando o parecer de Boulos a favor do arquivamento de denúncia contra o deputado André Janones por suposto crime de rachadinha. O psolista pediu para o prefeito explicar uma denúncia que aponta que um servidor da prefeitura responsável pelas obras emergenciais da capital seria cunhado de um líder da organização criminosa PCC. Nunes lamentou a acusação, defendeu o funcionário público e disse ter tolerância zero contra a corrupção.
Roubo de celular – Datena x Tabata
José Luiz Datena questionou Tabata sobre como a candidata pretende evitar que o crime organizado entre na prefeitura. A deputada afirmou ter coragem para enfrentar o crime e disse que vai diminuir o roubo de celulares trabalhando em conjunto com as operadoras. O apresentador disse que quer reforçar o sistema de inteligência da Guarda Civil Metropolitana. Tabata defendeu monitoramento 24h em locais estratégicos na cidade.
Segurança – Marçal x Boulos
Pablo Marçal perguntou a Boulos como ele pretende atuar em casos de ocupações de propriedades privadas por parte de membros de movimentos de moradia. O deputado defendeu o movimento e disse que os participantes nunca invadiram casas, apenas deram função social a imóveis abandonados. Marçal prometeu um programa de reforma de casas.
Tabata x Datena
Tabata Amaral questionou Datena sobre geração de empregos para jovens. O apresentador defendeu qualificação aos desempregados e criticou a quantidade de pessoas em situação de rua. A deputada disse que vai oferecer cursos a jovens formados em escola pública.
Nunes x Marçal
Nunes questionou Marçal sobre propostas para as mudanças climáticas. O ex-coach disse que vai investir em saneamento básico, eletrificar a frota de ônibus e educar a população em relação à reciclagem. O atual prefeito afirmou que está substituindo ônibus movidos a combustível fóssil por elétricos, além da ampliar parques.
Último bloco – considerações finais
- José Luiz Datena (PSDB)
“Meus amigos e minhas amigas, vocês me conhecem há mais de 50 anos, 30 anos defendendo você, de São Paulo, você, do Brasil, dos mesmos problemas que eu vejo repetir aqui e candidatos de carreira, são os mesmos problemas de sempre. Por que eles não foram resolvidos até hoje? Por que as promessas são sempre as mesmas? São os problemas que eu combati a vida inteira. Pedem para falar o meu número, meu número é 45. Se você quiser votar em mim, porque eu não vou sequestrar o seu voto. Meu número é 45, mas eu já ouvi 45 milhões de vezes essas pessoas que são políticas profissionais dizerem que vão resolver a sua vida e em todo debate os temas são os mesmos. A sua vida nunca foi resolvida. É insegurança, é falta de moradia, era de risco enchente, educação, mortes todo dia. Por que é que esses políticos, que tiveram tanto tempo para resolver esses problemas, trazem de novo os mesmos temas para serem debatidos em debates tão importantes para a democracia? Acho estranho isso porque faz 30 anos que eu sinto a sua dor na pele perguntando as mesmas coisas, falando as mesmas coisas, reclamando das mesmas coisas, estando ao seu lado todo o tempo, há tanto tempo, e chorando com você, sorrindo com você, brigando por você. Defendendo você de todo tipo de injustiça que a cidade mais rica do Brasil sofre, que o Brasil mais sofre. Eu não preciso ficar pedindo seu voto, você vota em mim se você quiser, mas saiba que, durante essa minha longa carreira, eu estive sempre ao seu lado. E você mais do que nunca sabe que não só ao seu lado, mas ao lado da sua família, dos muitos que já foram.”
- Guilherme Boulos (PSOL)
“Obrigado Tralli agradeço a TV Globo pela organização do debate. Brigado a você que está assistindo até agora na sua casa. Domingo a gente tem uma escolha muito importante para fazer e que vai impactar os próximos quatros anos. Nós temos uma situação grave, São Paulo está enfrentando um risco com Ricardo Nunes e Pablo Marçal. O risco do crime organizado tomar conta dessa cidade. Você imagina as milícias dominando São Paulo. E não para por aí os dois são apoiados por Bolsonaro, aquele cara que na pandemia teve uma gestão tão trágica, que debochou da sua dor. São Paulo ajudou a tirar o Bolsonaro da presidência, não vamo deixar ele tomar a prefeitura dessa cidade. Do outro lado, temos eu e a Marta Suplicy como vice que vamos trabalhar junto com presidente Lula para mudar sua vida de verdade para a cidade toda para quem tá nas periferias e precisa do SUS, nós vamos zerar a fila da saúde com Poupatempo da saúde para quem tem seu filho na escola pública, nós vamos garantir a educação integral, mas também para quem está no centro, nós vamos melhorar o transporte público e também vamos garantir isenção de rodízio para você que é motorista de Uber. A gente vai melhorar a cidade como um todo com inovação com sustentabilidade olhando os exemplos que deram certo lá fora até porque combater a desigualdade é bom para todo mundo. Eu quero fazer um chamado para você nesse momento grave vai votar no domingo e vote nos 50 para você que já Vote em mim se mobilize vá para a rua nesses próximos dois dias para que a gente tenha ainda mais votos convença mais gente na urna. Vai ser só você e a sua esperança, eu espero te encontrar lá. domingo que vem vota 50 pela mudança de verdade em São Paulo.”
- Ricardo Nunes (MDB)
“Nunes: quero agradecer a Deus oportunidade de poder estar aqui agradecer os candidatos. Você que está nos assistindo, só queria antes de fazer minha consideração final que obviamente vai contar do meu tempo deixar um recado que eu não poderia porque tá tocando meu coração foi covarde que o Marçal faz aqui no finalzinho da pergunta deles tem o ter direito de falar falar da minha família novamente Gente esse b.o. Casado há 27 anos, eu amo a minha esposa. Tenho três filhos e um neto eu tive um problema 14 anos atrás que eu fiquei um período separado da minha esposa, ficamos meses, mas o nosso amor graças a Deus a gente tá bem. Estamos casados felizes teve lá um desentendimento Leia o boa não tem nada de agressão física tivemos uma discussão por telefone. e Essa mensagem e só precisava falar É injusto que ele faz que ele é malvado. Ele é ruim. Ele é ruim. Enfim. Obrigado pelo Pilar que tá aqui. Estou perfeito me preparei fui presente de várias entidades Vereador por dois mandatos, relatei o orçamento várias vezes vice-prefeito do Bruno Covas e Prefeito tem orgulho de ter trabalhado na câmara municipal no orçamento de todos os anos. Inclusive com uma relatora muitas vezes da LDO. Isso me trouxe uma bagagem que possibilitou elevar a saúde financeira da cidade. E agora a gente tá com a cidade ajustada financeiramente dá para andar muito os próximos 4 anos serão os melhores quatro anos. Eu sei que tem muita coisa para fazer nunca falei que não eu sei que tem mas a gente ajustou tudo e a gente vai continuar avançando. Olha pessoal pra gente ter continuar tendo o domingão estaria fazendo vote 15 o maior problema Habitacional da continuidade vote 15, ampliar a faixa azul. Vote 15 para que a gente possa ter o maior programa de recapeamento da história da cidade que eu já fiz o maior vote 15 porque a gente vai continuar trabalhando chegando cedo como eu chego eu sou o primeiro a chegar o último a sair tem um amor por essa cidade e honestidade de verdade. Obrigado, vote 15. Deus abençoe, bom voto.”
- Pablo Marçal (PRTB)
“Obrigado, Tralli, muito bem conduzido o debate. Eu faço uma pergunta a você, você precisa fazer uma cirurgia no seu filho e você uma pessoa que está fazendo medicina, mas não tem um CRM e ele está te cobrando mais barato. Você topa fazer? Ele não tem a carteirinha de médico e tá fazendo mais barato, às vezes até gosta da pessoa, mas você vai arriscar seu filho certamente você não vai fazer isso, por que que você vai arriscar uma cidade para quem não é gestor no último debate. O Ricardo não deu conta de gerir o tempo dele. Ele falou que eu sou malvado malvado é um homem que tem coragem de dar conta dele é da esposa e da filha na máfia das creches e está sendo investigado pela polícia federal. Isso é terrível. Eu quero pedir para você, olha bem na palma da sua mão agora olha para sua mão esquerda. O que que tem aí um traço na sua mão? Tem um M aí de mudança todo mundo tem esse risco aí na mão. Eu cheguei aqui sendo bombardeado, eu sou um cidadão que acredita nessa cidade esses caras me trataram, me humilharam e eu tô aqui forte. Fui agredido, tô aqui forte a doutora Claudia que tá aqui à esquerda falou que é fajuto isso aqui, espera ela nunca ser agredida como eu fui agredida Nacional, ela chama Cláudia mesmo, senta lá Cláudia no seu lugar, usa a sua última fala aí ela tem a síndrome do Ciro Gomes de ganhar de todo mundo, mas não vai ter segundo. São Paulo porque o povo aqui é um povo pujante, o povo forte. A gente vai defender nossa família, a nossa fé e a gente vai defender a liberdade e a prosperidade. Eu quero que você faça esse M eu te falo. Eu sou um servo do povo tá aqui teozinho, Jardim Rosana lá do Campo Limpo. Ó, vou tomar café na sua casa no domingo amanhã no Brás e eu quero te falar algo eu vou dar a minha vida para você prosperar, eu quero ver você com a sua família 28 no domingo 28 graus.”
- Tabata Amaral (PSB)
“Ao longo das últimas semanas, nos últimos meses, eu pude me apresentar e mostrar para vocês que eu não estou na vida pública passeio. Fui por seis anos deputada federal e aprovar muita coisa com muito trabalho dos absorventes nas escolas ao pé de meia. São R$ 200 por mês, mas R$ 1000 por ano para ninguém desistir da educação e esses são só alguns projetos e eu trago isso gente porque para mim a vida pública é serviço é trabalho é coisa séria, é honestidade. A gente não pode esquecer que a política é uma boa política quando ela funciona quando o time é bom, quando o projeto é bom ela tá para servir você você que é a mãe e merece ter uma escola pública boa, gente, não é só alfabetização não. É com robótica é com o inglês é com intercâmbio é com esporte é com cultura tudo aquilo que eu não pude ter pequenininha, mas que a gente sabe que faz uma diferença danada é a gente poder sonhar com uma Prefeitura que não vai lá para lhe sufocar com propina com imposto com burocracia, mas pra lhe ajudar a prosperar. É a gente dormir tranquilo sabendo que tem uma prefeita trabalhando virando a noite se necessário porque sabe o que é uma enchente e vai cuidar de você e vai se planejar é alguém que não vai sossegar enquanto a saúde não for boa gente dá tempo dá tempo a gente não tem que se contentar com coisa pouca não política é para mudar a nossa vida é pra gente sonhar. Eles querem que vocês desistam que vocês acham que não vale a pena. Não façam isso. Bora botar uma mulher ideias novas, trabalho honestidade, a gente sabe que uma boa política pública pode mudar. Na vida tô a crescer em todas as pesquisas e sim só a única que vence do Ricardo Nunes e vence de todos os meus adversários, mas para isso eu preciso de mais da conta de vocês. Bora votar 40. Bora acreditar e, como disse Eduardo Campos, não vamos desistir do Brasil nem de São Paulo, porque essa é a nossa terra.”
Com informações e acompanhamento em tempo real do portal G1. As perguntas e respostas dos quaro blocos do debate em São Paulo e as considerações finais dos candidatos podem ser vistas no link abaixo do portal G1:





