Supostos casos de racismo serão acompanhados pela Comissão de Discriminações da Alerj

A Comissão de Combate às Discriminações da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro vai acompanhar de perto dois casos de agressões a trabalhadores ocorridos nos últimos dias no Rio. No domingo (09/04), em São Conrado, a professora Sandra Mathias de Sá agrediu e xingou o entregador Max Ângelo dos Santos, de 36 anos. Já na…

A Comissão de Combate às Discriminações da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro vai acompanhar de perto dois casos de agressões a trabalhadores ocorridos nos últimos dias no Rio. No domingo (09/04), em São Conrado, a professora Sandra Mathias de Sá agrediu e xingou o entregador Max Ângelo dos Santos, de 36 anos. Já na quarta-feira (12/04), em São Gonçalo, o motoboy Matheus Henrique Monteiro teria sido parado quatro vezes pela mesma equipe da PM e, ao tentar filmar a ação, foi agredido por policiais no Centro da cidade. 

Durante o expediente inicial da sessão plenária, nesta quinta-feira (13/04), o presidente do colegiado, deputado professor Josemar (PSol), informou que já oficiou o Ministério Público para acompanhar os casos. Ele também acionou a Corregedoria de Polícia e vai acompanhar a investigação. O caso de São Gonçalo, em especial, chegou até o seu gabinete por denúncia da própria vítima. 

“Tem vídeo da polícia agredindo o rapaz em frente às câmeras. Observamos excessos e violação de direitos humanos. O trabalhador não pode ser submetido ao poder estatal à revelia da lei. Já o caso de São Conrado é uma atitude clara de um racismo já institucionalizado na sociedade. Temos feito campanhas constantes contra essa prática”, diz o deputado. 

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