Imagens de carrocinhas utilizadas por vendedores de milho no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio, provocaram repercussão nas redes sociais após mostrarem equipamentos estacionados sobre a lama e alimentos expostos. Os registros foram feitos depois das chuvas que atingiram a cidade no último fim de semana.
Os carrinhos estavam na altura do Posto 3 e apareciam amarrados a uma árvore. Em um dos registros divulgados nas redes sociais, uma panela de grande porte estava sem tampa e continha milho exposto.
Após a repercussão das imagens, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) realizou uma ação na madrugada desta terça-feira (1º). Segundo as informações divulgadas, cerca de uma tonelada de equipamentos armazenados irregularmente na região foi recolhida.
Imagens repercutem nas redes
Os registros chamaram a atenção de frequentadores do Aterro do Flamengo e passaram a circular nas redes sociais. Além das carrocinhas estacionadas na lama, outra imagem, feita nas proximidades do restaurante Belmonte, mostrou uma mulher limpando milho ao lado de uma lixeira.
No mesmo registro, outra pessoa aparece colocando o alimento dentro de uma panela. De acordo com o relato que acompanhava as imagens, o milho seria posteriormente comercializado na orla.
A situação provocou questionamentos nas redes sociais sobre as condições em que os produtos vendidos por ambulantes são armazenados e manipulados. Frequentadores também mencionaram a estrutura utilizada pelos vendedores, incluindo a presença de botijões de gás.
Uma internauta criticou as condições de armazenamento dos equipamentos e alimentos. “As pessoas precisam entender que nenhuma dessas carrocinhas tem tratamento de higiene e armazenamento adequado”, afirmou em comentário reproduzido junto às imagens.
O autor de um dos vídeos que ganharam maior repercussão também questionou a fiscalização e o ordenamento do comércio de alimentos no Aterro do Flamengo.
Seop recolhe cerca de uma tonelada
A Secretaria Municipal de Ordem Pública realizou a operação durante a madrugada desta terça-feira. A ação terminou com o recolhimento de cerca de uma tonelada de equipamentos que, segundo as informações divulgadas, estavam armazenados irregularmente no Aterro do Flamengo.
A intervenção ocorreu após as imagens mostrarem as carrocinhas na área de lazer em condições que despertaram preocupação entre frequentadores e usuários das redes sociais.
O episódio também colocou em evidência a discussão sobre o armazenamento dos equipamentos utilizados pelo comércio ambulante e a manipulação dos alimentos vendidos em uma das áreas de lazer mais movimentadas da Zona Sul carioca.
As imagens ganharam repercussão especialmente por mostrarem alimentos expostos após um fim de semana marcado por chuva, além dos equipamentos posicionados diretamente sobre a lama.
Comércio de alimentos vira alvo de questionamentos
A repercussão dos vídeos ampliou as cobranças relacionadas à fiscalização do comércio ambulante de alimentos no Aterro. Os registros compartilhados por frequentadores passaram a ser utilizados nas redes para questionar de que forma os carrinhos, utensílios e produtos são guardados fora do período de comercialização.
No caso registrado no Posto 3, além das condições do terreno onde os equipamentos estavam estacionados, chamou atenção a presença de milho dentro de uma panela aberta.







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