BioParque do Rio fecha temporariamente após morte de galinhas-d’angola

Instituição aciona protocolos de biossegurança e não divulga previsão de reabertura ao público

O BioParque do Rio, localizado em São Cristóvão, na Zona Norte da capital fluminense, anunciou nesta quinta-feira (17) o fechamento temporário de suas atividades após a morte de galinhas-d’angola em seu plantel. De acordo com nota oficial da instituição, a medida segue protocolos internos de biossegurança e visa garantir a integridade de animais, funcionários e visitantes.

A ocorrência está sendo tratada com cautela, e equipes técnicas foram acionadas assim que as aves foram encontradas mortas. Ainda não há informações sobre a causa dos óbitos, nem previsão para a reabertura do espaço ao público. O BioParque, que ocupa o antigo terreno do zoológico do Rio de Janeiro, é hoje um dos principais centros de conservação da fauna no estado.

Autoridades notificadas, mas secretaria não foi comunicada

Segundo a administração do parque, as autoridades sanitárias competentes já foram notificadas e acompanham a situação. No entanto, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (SMPDA) informou que não foi comunicada oficialmente sobre a morte das aves, o que gerou questionamentos quanto à transparência e à articulação entre os órgãos públicos.

A direção do BioParque declarou que “a proteção e o bem-estar dos animais e visitantes seguem como prioridade da instituição”. Apesar disso, a ausência de previsão para a reabertura tem gerado dúvidas entre os frequentadores e turistas, especialmente em período de férias escolares, quando o local costuma registrar alta procura.

Histórico recente e expectativa por esclarecimentos

O BioParque do Rio é resultado de uma ampla reformulação do antigo zoológico da cidade e tem como foco a preservação ambiental e a educação para a conservação da fauna. Desde sua reinauguração, em 2021, o espaço vem modernizando suas práticas de manejo e cuidado com os animais, com base em padrões internacionais.

Agora, com o fechamento inesperado, cresce a expectativa por esclarecimentos mais detalhados sobre a origem da morte das galinhas-d’angola e possíveis riscos sanitários. A população aguarda pronunciamento das autoridades públicas sobre eventuais medidas de prevenção e fiscalização ampliada.

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