O BioParque do Rio, em São Cristóvão, segue fechado temporariamente após a morte de galinhas-d’angola em seu plantel na quinta-feira (17) e a consequente interdição pela Defesa Sanitária Agropecuária do Governo do Estado. De acordo com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (SMPDA), os animais passam por necropsia para analisar o que teria provocado as mortes. A suspeita é de que as aves teriam sido acometidas por zoonoses.
A pasta previa fazer uma diligência ao local para verificar as condições do equipamento, mas informou que a fiscalização foi suspensa por não haver suspeitas de maus-tratos. “Não nos compete. Nem poderíamos entrar. Nem chegar perto. Mas vamos acompanhar todo o processo. Até para chegar perto dos animais, os técnicos precisam usar roupas especiais”, explicou o secretário Luiz Ramos Filho. Segundo o chefe da pasta, a previsão é de que a análise seja concluída na próxima semana. As aves foram recolhidas e encaminhadas ao Centro de Informações Estratégicas (Ciedes) da Vigilância Sanitária.
BioParque foi interditado na quinta-feira
O anúncio do fechamento temporário do BioParque foi feito por meio de nota oficial da instituição, seguindo protocolos internos de biossegurança para garantir a segurança dos demais animais, além de funcionários e visitantes. O local segue sem previsão de reabertura. A direção do BioParque declarou que “a proteção e o bem-estar dos animais e visitantes seguem como prioridade da instituição”.






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