Ataque hacker ao iFood faz sair do esgoto o pior do fascismo bolsonarista

As milícias digitais bolsonaristas mostraram a face mais horrenda do fascismo brasileiro – defendido, exaltado e estimulado pelo presidente Jair Bolsonaro – ao hackear a plataforma de vendas ifood e, entre barbaridades e calúnias contra a esquerda, escrever “Marielle Peneira” no lugar do nome de um restaurante. Esta ideologia que hoje governa o Brasil revelou…

As milícias digitais bolsonaristas mostraram a face mais horrenda do fascismo brasileiro – defendido, exaltado e estimulado pelo presidente Jair Bolsonaro – ao hackear a plataforma de vendas ifood e, entre barbaridades e calúnias contra a esquerda, escrever “Marielle Peneira” no lugar do nome de um restaurante.

Esta ideologia que hoje governa o Brasil revelou um do seus lados mais brutais e covardes na noitre de ontem, quando, organizadamente, militantes da seita hackearam o aplicativo iFood.

A invasão do aplicativo iFood por bolsonaristas que celebraram a brutal execução da ex-vereadora Marielle Franco foi comentada pelo jornalista Leonardo Sakamoto, em sua coluna do UOL: “Desde seu assassinato, Marielle vem sendo alvo do ódio nas redes sociais e aplicativos de mensagens da extrema direita. O que aconteceu no iFood não foi um fato isolado, mas um breve afloramento de um lençol freático de esgoto que segue borbulhando no subterrâneo da sociedade”, diz ele.

A deputada estadual Isa Penna, do Psol de São Paulo, reagiu estarrecida às mensagens fascistas colocadas no aplicativo iFood. Segundo ela, o Brasil não se encontra mais numa disputa entre esquerda e direita, mas sim diante de uma luta contra o terror.

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