Em lugar de água mineral captada direto da fonte, pura e sem adição de produtos químicos, o carioca que tenta matar a sede recorrendo aos ambulantes que vendem garrafinhas de plástico em sinais e esquinas do Rio está comprando água de origem desconhecida, muitas vezes contaminada por bactérias prejudiciais à saúde.
O comércio de água adulterada, crime contra a saúde pública (de dez a 15 anos de prisão) previsto no Código Penal, foi confirmado pelo Globo.
Foi o que revelaram análises em laboratório da água em garrafas recolhidas por toda a cidade identificada nos rótulos como mineral ou processada com sais.
Das 30 amostras testadas, 28 estavam adulteradas. Dessas, a metade tinha contaminação, sendo que duas com coliformes fecais, que podem provocar diarreia e outras doenças. O resultado mostrou que as garrafas foram manipuladas sem higiene.





