Unimed Ferj enfrenta denúncias de demissões e redução dos serviços

Empresa tem cerca de 350 mil beneficiários

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Demissões de funcionários, redução de serviços e fechamentos de unidades da Unimed Ferj afetam diretamente cerca de 350 mil beneficiários. Muitos relatam dificuldades para dar continuidade a tratamentos médicos e até a recusa de atendimentos.
De acordo com usuários do plano, unidades próprias da operadora estão sendo fechadas ou funcionam sem pacientes, enquanto hospitais da rede credenciada deixaram de aceitar atendimentos vinculados à empresa. Beneficiários afirmam ainda que outras unidades conveniadas também suspenderam a prestação de serviços.

Funcionários demitidos denunciam falta de garantia de direitos trabalhistas em meio à crise enfrentada pela operadora desde o ano passado.

Em novembro, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou que a Unimed Brasil assumisse a assistência médica aos clientes da Unimed Ferj. Já em dezembro, uma decisão judicial proibiu a redução da cobertura ou a limitação de serviços considerados essenciais.

A Unimed Ferj reconhece dificuldades financeiras e informa possuir uma dívida de R$ 1,4 bilhão. O valor, no entanto, é contestado pela Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro, que estima o débito em cerca de R$ 2 bilhões.

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