Um requerimento protocolado na SEAP tem tirado o sono de Witzel

Um requerimento da Folha de S.Paulo, com base na lei de acesso à informação, protocolado há cerca de 10 dias na Secretaria de Administração Penitenciária está tirando o sono do governador Wilson Witzel. O jornal quer saber os nomes de todos os advogados que visitaram, em Bangu 8, o empresário Alessandro Duarte, operador financeiro de…

Um requerimento da Folha de S.Paulo, com base na lei de acesso à informação, protocolado há cerca de 10 dias na Secretaria de Administração Penitenciária está tirando o sono do governador Wilson Witzel. O jornal quer saber os nomes de todos os advogados que visitaram, em Bangu 8, o empresário Alessandro Duarte, operador financeiro de Mário Peixoto, que contratou o escritório de advocacia da primeira-dama, Helena Witzel .

A suspeição é de que o advogado Fábio Picanço, ex-diretor jurídico do Procon no governo Witzel, tenha tentado convencer Alessandro na cadeia a assinar pareceres jurídicos de Helena com data retroativa, de modo a justificar a contratação. O empresário teria se recusado a forjar provas de modo contundente, elevando a voz em meio a alguns palavrões. O fato foi testemunhado por outros detentos. Fabio Picanço foi o maior doador individual da campanha de Witzel. De acordo com o site do TSE, Picanço colaborou com R$ 120 mil ou 4,18% do total de R$ 2,87 milhões arrecadados.

Indignado com a situação em que se encontra, Alessandro Duarte tem dito aos companheiros de cela que se for convocado para depor na comissão que apura o impeachment de Wilson Witzel na Alerj “vai abrir o jogo”.

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