Trabalhadores do metrô de SP denunciam assédio do governo e dizem que Tarcísio está “violando o direito de greve”

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que o Estado irá identificar nominalmente quais servidores deixarão de trabalhar nesta terça-feira (28), data em que está programada uma greve unificada de funcionários do Metrô, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Sabesp. Tarcísio classificou a greve como “partidária” e exigiu que 4 mil policiais…

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que o Estado irá identificar nominalmente quais servidores deixarão de trabalhar nesta terça-feira (28), data em que está programada uma greve unificada de funcionários do Metrô, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Sabesp.

Tarcísio classificou a greve como “partidária” e exigiu que 4 mil policiais sigam para as estações de metrô.

Já os grevistas indicam perseguição:

“O governador Tarcísio e o Metrô estão assediando os trabalhadores, violando o direito de greve. Enviando declarações e matérias que dizem que a greve é abusiva e ilegal. Ameaçando os trabalhadores de punição, inclusive, individualmente. Anunciando o deslocamento de 4 mil policiais militares para as linhas de metrô e trem. E agora enviando a todos os trabalhadores por e-mail uma lista de nomes convocados a trabalhar. Não aceitaremos isso! Nossa luta é em defesa da população, que sofre com a privatização, os cortes, as falhas, as tarifas altas e a falta de luz”, diz um comunicado dos metroviários.

Com informações do 247.

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