Dirigentes do PSDB já projetam um cenário dramático em que a tentativa de golpe de Aécio Neves e Eduardo Leite para derrubar a pré-candidatura de João Doria, vitoriosa nas prévias internas, se transforme numa guerra judicial de difícil solução.
Apoiadores do ex-governador de São Paulo João Doria citam o artigo 152 do estatuto do partido, que diz que “os candidatos vencedores em eleições prévias terão seus nomes homologados nas convenções convocadas para esse fim”.
Ou seja, por essa leitura, o plano dos defensores de Eduardo Leite, sob a liderança de Aécio, de reverter na convenção que formaliza a candidatura de Doria não teria respaldo jurídico.
Novo coordenador da campanha de Doria, Marco Vinholi diz que o estatuto é claro, mas que não vê a judicialização como algo inevitável. “Não acho que chegará a isso. O mais importante é o respeito a uma vontade do partido expressa nas prévias”, diz.






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