Gustavo Vieira Rufino foi preso nesta terça-feira (16), no Aeroporto Internacional do Galeão, na Zona Norte do Rio, durante uma operação da Polícia Civil contra esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao crime organizado.
De acordo com as investigações, o empresário é apontado como operador financeiro do Tren de Aragua, facção venezuelana que expandiu sua atuação para diversos países da América Latina.
A polícia afirma que ele seria responsável por ocultar e movimentar recursos da facção por meio de transações com criptoativos.
Movimento de R$ 300 milhões em criptomoedas
Segundo os investigadores, somente no ano passado Gustavo teria movimentado mais de R$ 300 milhões em criptomoedas. A suspeita é de que os valores tenham sido utilizados para lavar dinheiro de diferentes organizações criminosas.
A prisão é de agentes da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOD-LD), com apoio da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) e em cooperação com a Polícia Civil de Roraima.
Esquemas de lavagem
Morador de São Paulo, Gustavo desembarcou no Rio acompanhado da namorada quando acabou abordado pelos policiais.
Ainda segundo a investigação, ele não atuaria apenas para o Tren de Aragua. A Polícia Civil apura a participação do empresário em esquemas de lavagem de dinheiro ligados a outras facções criminosas, entre elas o Comando Vermelho.





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