Suboficial da FAB é morto a tiros após sair de culto em São Gonçalo

Polícia Civil investiga a morte de Eduardo José Pires, suboficial da Força Aérea e vice-presidente de motoclube evangélico

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga o assassinato de Eduardo José Pires, ocorrido na noite de sexta-feira (6), em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A vítima era suboficial da Força Aérea Brasileira (FAB) e estava lotada no Parque de Material Bélico da Aeronáutica, na Ilha do Governador.

Conhecido como Eduardo J, ele também exercia a função de vice-presidente da filial do motoclube Águias de Cristo em São Gonçalo, grupo formado por motociclistas evangélicos. A morte causou forte comoção entre colegas de farda, amigos e integrantes da comunidade religiosa.

Segundo informações iniciais, o crime aconteceu às margens da RJ-104, na altura do bairro Retiro, pouco depois de a vítima deixar um culto evangélico.

Atendimento da ocorrência pela PM

De acordo com a Polícia Militar, equipes do 7º BPM (São Gonçalo) foram acionadas para atender a uma ocorrência de homicídio no local. Ao chegarem, os agentes encontraram Eduardo José Pires já sem vida, com marcas de disparos de arma de fogo.

Testemunhas relataram que ele pode ter sido vítima de um assalto, hipótese que agora é analisada pelos investigadores. A área foi isolada para perícia, e o corpo foi encaminhado para os procedimentos legais.

A Polícia Civil informou que diligências estão em andamento para esclarecer a autoria e a motivação do crime, além de verificar imagens de câmeras e ouvir possíveis testemunhas.

Homenagens e comoção nas redes sociais

Nas redes sociais, amigos, colegas de trabalho e integrantes do motoclube prestaram homenagens ao suboficial. Mensagens destacaram o perfil íntegro, a atuação religiosa e a trajetória profissional de Eduardo na Aeronáutica.

“Um dos homens mais íntegros que conheci em toda a Marinha. Que Deus conforte os familiares”, escreveu Rodolfo Gonçalves em uma das publicações. Outro colega lembrou os anos de convivência e descreveu Eduardo como “um grande homem, amigo e servo de Deus”.

A morte do suboficial reforça a preocupação com a violência na região e reacende o debate sobre a segurança em vias movimentadas como a RJ-104, onde o crime ocorreu. A DHNSG segue à frente das investigações.

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