A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, anunciou que o governo federal deve iniciar muito em breve a convocação dos candidatos aprovados no cadastro reserva da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), o chamado “Enem dos Concursos”. A declaração foi feita nesta quarta-feira (1º), durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministra, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“Vamos começar a chamar esse cadastro reserva em breve. Muito breve. Tenho uma expectativa de que seja nos próximos dias ou na próxima semana, no máximo”, destacou Dweck, ao reconhecer a ansiedade dos candidatos que aguardam a oportunidade de ingresso no serviço público.
Dweck afirmou que o governo federal não pretende realizar uma nova edição do CNU em 2026.
Vigência e prorrogação
A ministra lembrou que a validade do CNU é de um ano, com possibilidade de prorrogação por mais um. “Quem está no cadastro reserva, a gente sabe que tem uma ansiedade. Vale até o meio do ano que vem, alguns até um pouco mais. E a gente tem a possibilidade de renovar por mais um ano esse cadastro”, afirmou.
Com isso, os aprovados têm a garantia de que ainda existe tempo hábil para chamadas adicionais, caso haja necessidade por parte dos órgãos federais.
Segunda edição do CNU
O novo concurso, o CNU 2025, terá sua prova aplicada já no próximo domingo (5). Assim como na primeira edição, haverá formação de cadastro reserva, com vigência também de um ano, prorrogável por igual período.
Dweck frisou que não há risco de conflito entre as vagas abertas na primeira e na segunda edição. “O pessoal pode ficar tranquilo. Não tem sobreposição de vagas. Não vai ter alguém do 2 sendo chamado na frente do 1 porque não são vagas concorrentes”, explicou.
Segundo a ministra, a legislação impede a realização de novo concurso para cargos ainda em aberto, justamente para evitar duplicidade. “O CNU de 2025 não tem vagas iguais às do CNU1. Isso é muito importante para as pessoas ficarem tranquilas quanto a isso. Não está acontecendo sobreposição. Isso não pode. É até ilegal”, concluiu.






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