O secretário estadual de saúde, Alex Bousquet, admitiu, em audiência pública virtual promovida pela Alerj, ter renovado o contrato com a Organização Social Rio Lagos, a despeito da prisão de sete dirigentes da instituição, envolvidos no desvio de cerca de R$ 9 milhões dos cofres públicos.”Ter um dirigente preso ou investigado não é o suficiente para desqualificar uma organização social”, justificou.
Sem licitação, o contrato com a Rio Lagos foi renovado para gerir a UPA de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com valor em torno de R$ 14 milhões, por 12 meses.
Logo após justificar a contratação emergencial da Rio Lagos, Bousquet disse que o governo optou por não renovar o contrato com a OS Iabas, na administração do Hospital de Saracuruna, por conta exatamente de suspeições de atos de corrupção. Pelo visto, por razões insondáveis, o raciocínio aplicado a uma organização social não se aplica à outra, igualmente envolvida em atos de fraudes e corrupção.
Secretário de saúde defende renovação de contrato com OS sob suspeição
O secretário estadual de saúde, Alex Bousquet, admitiu, em audiência pública virtual promovida pela Alerj, ter renovado o contrato com a Organização Social Rio Lagos, a despeito da prisão de sete dirigentes da instituição, envolvidos no desvio de cerca de R$ 9 milhões dos cofres públicos.”Ter um dirigente preso ou investigado não é o suficiente…






Deixe um comentário