A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) definiu nesta quarta-feira (24) sua nova composição de comando. Como já era esperado nos bastidores da Casa, a deputada Sarah Pôncio (Solidariedade) foi eleita presidente do colegiado, enquanto a deputada Índia Armelau (PL) assumirá a vice-presidência.
A comissão é responsável por acompanhar, debater e propor ações relacionadas à promoção dos direitos das mulheres, além de fiscalizar políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero e à ampliação da rede de proteção feminina no estado.
Ao assumir a presidência, Sarah Poncio destacou o papel institucional do colegiado e a necessidade de atuação conjunta em torno das pautas relacionadas às mulheres.
“Nosso compromisso será fortalecer políticas públicas, ampliar a rede de proteção e garantir que as mulheres fluminenses encontrem na Comissão um espaço de acolhimento, escuta e resultados concretos. A defesa das mulheres precisa unir esforços e estar acima de qualquer diferença política”, afirmou.
Composição do colegiado
Além de Sarah Poncio e Índia Armelau, a comissão será formada pelas deputadas Zeidan (PT), Carla Machado (PSD) e Franciane Motta (Pode). Na suplência, foram indicados as deputadas Giselle Monteiro (PL) e Tia Ju (Republicanos), além do deputado Fred Pacheco (PL).
Ao comentar a nova função, Índia Armelau afirmou que pretende ampliar sua atuação nas pautas voltadas à proteção e aos direitos das mulheres.
“A defesa das mulheres já é uma prioridade do meu mandato, e agora teremos ainda mais condições de contribuir para o fortalecimento de ações que garantam mais proteção, oportunidades e qualidade de vida às mulheres do estado do Rio de Janeiro”, declarou.
Participação masculina na comissão
Único homem entre os integrantes do colegiado, Fred Pacheco destacou que sua participação será voltada à colaboração com os trabalhos desenvolvidos pela comissão.
“Recebo essa indicação com humildade e com responsabilidade. Sou o único homem na comissão, e sei bem qual é o meu papel ali: ouvir e somar, nunca falar no lugar de quem conhece essa realidade de perto. Proteger a mulher não é favor nem bandeira de um lado só, é dever do poder público”, afirmou.
Com a definição da nova composição, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher inicia os trabalhos com a responsabilidade de acompanhar projetos de lei, promover debates e fiscalizar ações governamentais relacionadas à garantia dos direitos das mulheres no estado do Rio de Janeiro.






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