Depois de cinco mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Samuel Malafaia (PL) se prepara para encerrar sua passagem pelo Parlamento estadual. Eleito primeiro suplente de senador na chapa de Carlos Portinho (PL), o deputado foi homenageado pelos colegas nesta terça-feira (6), durante a primeira sessão da Casa após o primeiro turno das eleições.
Com o plenário cheio durante boa parte dos trabalhos, Malafaia recebeu cumprimentos de parlamentares de diferentes partidos. O presidente da sessão, Guilherme Delaroli (PL), também cedeu temporariamente a condução dos trabalhos ao deputado, que aproveitou o momento para recordar sua trajetória na Assembleia.
“Passa um filme na cabeça da gente. São muitos anos, boa parte da minha vida eu passei aqui discutindo projetos e travando batalhas em prol da população fluminense”, afirmou Malafaia, acrescentando que sentirá saudades da rotina na sede do Legislativo estadual. A saída ocorrerá ao fim do atual mandato, quando será encerrado um período de cinco legislaturas na Casa.
Relação com diferentes bancadas
Integrante do PL e da base governista, Malafaia manteve, ao longo de sua passagem pela Assembleia, interlocução com parlamentares de diferentes campos políticos. Na sessão desta terça-feira, recebeu manifestações de colegas tanto da base quanto da oposição.
Ao longo da atual legislatura, o deputado também manteve diálogo com nomes como Flávio Serafini (PSOL), Renata Souza (PSOL) e Carlos Minc (PSB), apesar das diferenças partidárias e políticas.
A partir de 2027, Malafaia será primeiro suplente do senador eleito Carlos Portinho. Questionado sobre como será a relação de trabalho entre os dois após o início da nova legislatura, afirmou que ainda não houve uma conversa para definir essa atuação. Segundo Malafaia, porém, a relação estabelecida durante a campanha deve facilitar o diálogo entre os dois.
“Conheço o Carlos Portinho há muito tempo. Sei da capacidade dele, do quanto é aberto ao diálogo e de como está disposto a ajudar o Brasil a sair dessa situação difícil. Ainda não sentamos depois da vitória para falar sobre o futuro, mas estou certo de que uniremos forças por um país mais justo e democrático”, declarou.







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