O advogado Rodrigo Marino Crespo, morto a tiros próximo à sede da OAB no Centro do Rio, era sócio do filho de Antônio Vanderler de Lima. Em 2018, Vanderler, o pai, foi acusado de envolvimento com a organização social Unir Saúde no escândalo que levaria ao impeachment o governador Wilson Witzel.
O escritório Marinho & Lima tinha como sócios Rogério Marinho Crespo e Antônio Vanderler de Lima Junior, filho do personagem envolvido nas denúncias contra Witzel.
Terceiro maior doador da campanha de Wilson Witzel em 2018, Wanderler Lima chegou a ser ouvido na Assembleia Legislativa por conta das suspeições que pesavam contra ele no caso Unir. Contudo, nada ficou provado contra ele.
À época, o advogado disse aos deputados que era amigo próximo de Wilson Witzel, mas que não tivera qualquer participação na articulação que fez o governador reabilitar a empresa. Ele omitiu que seu filho, Antônio Vanderler Junior, advogava para a organização social. A Unir Saúde havia sido afastada do grupo de fornecedores por irregularidades verificadas pelos órgãos de controle.





