A pouco mais de um mês da Copa do Mundo, ruas do Rio de Janeiro começam a ganhar as tradicionais cores verde e amarelo. Embora a prática de enfeitar bairros inteiros tenha perdido força ao longo dos anos, a tradição segue viva em algumas regiões — como na Rocinha.
Na comunidade, moradores já iniciaram a transformação de vias como a Via Ápia, que começa a receber bandeirolas, pinturas e outros elementos decorativos típicos do período. O cenário reforça o clima de expectativa para o torneio e mantém viva uma das manifestações culturais mais marcantes do futebol no país.
Historicamente, ruas decoradas durante a Copa do Mundo simbolizam união entre vizinhos e mobilização coletiva. Mesmo com menor adesão em comparação a décadas passadas, iniciativas como a da Rocinha mostram que o costume ainda resiste.
Além do apelo visual, a ornamentação também movimenta o comércio local e fortalece o sentimento de pertencimento entre os moradores, que se organizam para manter a tradição ano após ano.






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