Rio de Janeiro é recordista em doação e transplante de órgãos

A Central Estadual de Transplantes, da Secretaria estadual de Saúde, atingiu o recorde de doações e transplantes de órgãos no ano passado. Segundo a pasta, em 2022, foram 349 doações, das quais pode se captar mais de um órgão. Já em 2023, com dados captados em janeiro e fevereiro, a Secretaria estadual de Saúde (SES-RJ)…

A Central Estadual de Transplantes, da Secretaria estadual de Saúde, atingiu o recorde de doações e transplantes de órgãos no ano passado. Segundo a pasta, em 2022, foram 349 doações, das quais pode se captar mais de um órgão.

Já em 2023, com dados captados em janeiro e fevereiro, a Secretaria estadual de Saúde (SES-RJ) já contabiliza 236 transplantes.

Desde 2021, a SES-RJ disponibiliza um helicóptero exclusivo para o transplante de órgãos, medida que agiliza o processo. Só no ano passado, 145 órgãos foram transportados na aeronave.

No Brasil, as doações dependem de autorização dos familiares e, de acordo com a Central de Transplantes do Rio, o número de negativas está em queda. Em 2015, a taxa foi de 43%.; já em 2022, o número de negativas foi de 35%. Neste ano, os números de recusas estão em 33%.

O Programa Estadual de Transplantes trabalha na capacitação das Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), que funcionam dentro das unidades hospitalares. Ao todo, são 160 comissões atualmente.

Após o acidente na BR-493 no último fim de semana, que terminou com a morte de sete integrantes da mesma família, os parentes de Guilherme Lima Corrêa autorizaram a doação de seus órgãos.

Guilherme foi a sétima vítima fatal do acidente. Único sobrevivente, Christhian Lima Correa, segue em estado grave, entubado no CTI e em acompanhamento conjunto com cirurgia geral e neurologia

Com informações do Extra online.

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