Reitoria da Unicamp diz que professor ‘ir armado para sala de aula é inadmissível’; assembleia de estudantes discute greve (Veja o vídeo)

A reitoria da Unicamp se manifestou, na noite dessa terça-feira (03), afirmando que “ir armado para a sala de aula” e “tentar infligir uma facada em um estudante” são atitudes inadmissíveis e não devem ser toleradas. Neste momento, os estudantes estão reunidos em assembleia para decidir uma possível greve e a ocupação do campus da…

A reitoria da Unicamp se manifestou, na noite dessa terça-feira (03), afirmando que “ir armado para a sala de aula” e “tentar infligir uma facada em um estudante” são atitudes inadmissíveis e não devem ser toleradas.

Neste momento, os estudantes estão reunidos em assembleia para decidir uma possível greve e a ocupação do campus da universidade. Além de melhorias estruturais e contratação de professores, que já estavam sendo discutidas entre os alunos, os jovens agora também pedem a exoneração do professor envolvido no incidente.

“A Pró-Reitoria de Graduação se posiciona pela aplicação imediata dos procedimentos administrativos e legais necessários, compatíveis com a gravidade do caso”, informou a nota, publicada nas redes sociais da Unicamp.

Alunos do Diretório Central os Estudantes (DCE) da Universidade de Campinas (Unicamp) denunciaram o professor da instituição que tentou agredir, na manhã desta terça-feira, um dos diretores da entidade estudantil com uma faca. O docente também usou spray de pimenta contra os alunos.

A Polícia Civil apontou os alunos como autores dos crimes e o professor como vítima. No Boletim de Ocorrência do 1º Distrito da Polícia Civil, em Campinas, um lado acusa o outro de ter iniciado as agressões.

Em seu depoimento, o estudante Gustavo Bispo, diretor do DCE da Unicamp, disse ter sido agarrado pelo braço, agredido com uma “ombrada” no peito, jogado no chão e ameaçado com uma faca.

Já o professor, cujo nome não foi divulgado, afirmou que foi ele o derrubado inicialmente e que, a partir de então, usou a faca e o spray de pimenta para se defender. Ele justificou o fato de levar as armas com ele para a universidade a uma ameaça que teria sofrido de estudantes em 2016 — que não são os mesmos da confusão desta terça — na universidade.

Os estudantes estão reunidos na Unicamp na noite desta terça-feira para decidir uma possível greve e ocupação do campus da universidade.

Com informações de O Globo.

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