Presidente do PT nega apoio a grupo dissidente que deve ficar com Tarcisio Motta, do PSol

Em contato com a Agenda do Poder, Gleisi confirmou que vai procurar o prefeito para dar continuidade às negociações para indicação do vice. O PT sugeriu os nomes de André Ceciliano e Adilson Pires.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, negou a possibilidade de encaminhar um movimento de dissidência em favor da candidatura do PSol caso não prosperem as negociações com Eduardo Paes para a indicação do vice.

Em contato com a Agenda do Poder, Gleisi confirmou que vai procurar o prefeito para dar continuidade ao debate sobre a escolha do vice. O PT sugeriu os nomes de André Ceciliano e Adilson Pires. O partido pretende dobrar a aposta para pressionar o prefeito a ceder espaço em sua chapa.

A parlamentar enfatizou o caráter institucional de seu cargo, acrescentando que a posição não comporta a possibilidade de apoiar qualquer dissidência. Gleisi reiterou que seu posicionamento será sempre o do PT.

O movimento de dissidência, na verdade, é conduzido por seu marido, o deputado Lindbergh Farias, que já declarou desejo de caminhar com a  candidatura do professor Tarcísio Motta, do Psol.

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